A Cemig, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), está com inscrições abertas para o seu Programa de Aprendizagem. Ao todo, são oferecidas 150 vagas gratuitas para o curso de Eletricista de Redes Aéreas de Distribuição.
As oportunidades estão distribuídas entre seis municípios mineiros, dentre eles Belo Horizonte.
No momento do cadastro, o candidato deve optar por apenas uma das localidades.
Requisitos e benefícios
O programa é voltado para jovens entre 18 anos completos e 24 anos incompletos que já tenham concluído ou estejam cursando o Ensino Médio.
Com duração de seis meses, a formação combina aulas teóricas e práticas. Além da capacitação gratuita, os selecionados receberão:
Bolsa-auxílio equivalente a um salário mínimo
Vale-transporte e vale-refeição
Seguro de vida
Depósito de FGTS (alíquota de 2%)
Objetivo: Segundo a Cemig, a iniciativa visa suprir a crescente demanda por mão de obra especializada e qualificada no setor elétrico, ampliando as chances de inserção dos jovens no mercado de trabalho.
Inscrições
Os interessados têm até o dia 14 de junho para se candidatar exclusivamente pelo site do Instituto Euvaldo Lodi (IEL): https://carreiras.iel.org.br/MG/programa/89/aprendizagem-cemig-2026-2 . As aulas estão previstas para começarem ainda este ano.
Um motociclista morreu na manhã desta quarta-feira (10) após se envolver em uma colisão na BR-040, em Contagem.
O fato ocorreu na altura do quilômetro 525, próximo ao bairro Cabral, no sentido Sete Lagoas.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os indícios preliminares apontam que um veículo de carga teria se envolvido na batida e fugido do local sem prestar socorro à vítima. Até o momento, a identidade do condutor da moto não foi divulgada pelas autoridades.
Devido à ocorrência, duas faixas da rodovia precisaram ser temporariamente interditadas para os trabalhos de perícia e remoção do corpo. O bloqueio parcial gerou um congestionamento que chegou a aproximadamente três quilômetros nas primeiras horas do dia.
O fluxo intenso também refletiu em vias urbanas conectadas à rodovia, causando lentidão nas avenidas Severino Ballesteros Rodrigues e Helena de Vasconcelos Costa, importantes eixos de ligação na região.
A PRF informou que segue investigando as circunstâncias do caso para tentar identificar o veículo envolvido.
A família de Brenda Larissa Maia, que faleceu após buscar atendimento na UPA de Justinópolis, contesta a versão da prefeitura sobre as condições da unidade de saúde. As declarações foram feitas pelo advogado da família, Rodrigo Braga, nesta quarta-feira (10 de junho), logo após a mãe e o irmão da vítima prestarem depoimento à Polícia Civil.
De acordo com a defesa, o principal objetivo dos familiares é esclarecer as circunstâncias do óbito e apurar possíveis falhas na assistência médica prestada no último sábado (6 de junho). "Queremos que seja apurado se houve negligência, omissão ou qualquer outra irregularidade. Se for comprovado crime, que os responsáveis sejam punidos", afirmou Braga.
Vídeos e estrutura precária
O advogado questionou os comunicados oficiais do município, que asseguravam o pleno funcionamento da UPA e um quadro completo de profissionais. Segundo ele, relatos dos parentes e vídeos gravados pela própria paciente antes de morrer revelam um cenário contraditório, com paredes danificadas, salas improvisadas e demora no atendimento. “A prefeitura informou que a unidade funcionava adequadamente. A realidade vista pela família foi outra. Se a estrutura estivesse correta, talvez o desfecho não fosse esse”, declarou.
Investigação e necropsia
A família também recusou a certidão de óbito inicial, que apontava embolia pulmonar, por ter sido emitida sem exames complementares detalhados. Por isso, foi solicitada a intervenção do Instituto Médico Legal (IML) para a realização de uma necropsia, procedimento essencial para determinar a real causa do falecimento.
A investigação da Polícia Civil deverá mapear todo o histórico do atendimento, desde o diagnóstico inicial até a conduta adotada pela equipe de plantão durante o período em que Brenda esteve internada.
Um grave acidente na manhã desta quinta-feira (11 de junho) mobilizou equipas de resgate na Avenida Denise Cristina da Rocha, no distrito de Justinópolis, em Ribeirão das Neves. O motorista de um caminhão de recolha de lixo ficou preso às ferragens após colidir contra uma carreta que estava estacionada na via.
Com a força do impacto, a cabine do veículo de limpeza urbana ficou destruída, prendendo as pernas do condutor no painel retorcido. Unidades do Corpo de Bombeiros foram acionadas para realizar o desencarceramento da vítima. Apesar da gravidade do impacto, o motorista foi resgatado consciente e com escoriações, sendo encaminhado para uma unidade de saúde pelo Samu. O condutor da carreta não sofreu ferimentos e recusou atendimento médico.
Segundo informações preliminares, a carreta que vinha do Espírito Santo estava parada num local proibido. O motorista do veículo alegou não ter percebido a sinalização horizontal na pista e justificou a paragem devido à presença de outros veículos estacionados no mesmo ponto. O condutor deverá ser multado pela infração de trânsito em solo nevense.
A ocorrência causou grandes retenções em Justinópolis. Durante os trabalhos de resgate e a remoção dos veículos, o trânsito na Avenida Denise Cristina da Rocha foi totalmente interditado. Devido à colisão, houve derramamento de óleo na pista, o que exigiu a aplicação de serragem pelos militares dos Bombeiros para evitar novos acidentes na região.
Um caminhão se envolveu em um acidente na Rua Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Bairro Fortaleza, em Ribeirão das Neves, na noite desta segunda-feira. Segundo relato de moradores, o veículo trafegava por um desvio utilizado devido a obras realizadas na região quando ocorreu o incidente.
De acordo com uma moradora, já havia sido registrado um quase acidente no local no dia anterior, o que aumentou a preocupação dos residentes com as condições de circulação na via durante o período das intervenções.
Imagens enviadas à reportagem mostram o caminhão em uma posição de risco em uma rua estreita e com aclive acentuado. Apesar do susto, não houve registro de feridos.
Moradores cobram maior atenção das autoridades responsáveis pela obra e pela sinalização do trecho, a fim de evitar novos acidentes e garantir a segurança de motoristas e pedestres que utilizam a via diariamente.
O gargalo logístico e o tráfego intenso em um dos trechos mais movimentados da BR-040, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, estão com os dias contados. O segmento da rodovia que liga o Anel Rodoviário da capital à Central de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasa-MG), em Contagem, passará por grandes obras de ampliação, com a construção de novas faixas de rolamento e vias marginais.
A previsão é que as intervenções saiam do papel em 2027. As informações foram reveladas em entrevista exclusiva ao Diário do Comércio pelo CEO da concessionária responsável pela via, Tulio Abi-Saber.
Mobilidade e Fluidez no Trânsito
O trecho em questão é conhecido pelo alto fluxo diário de veículos leves e pesados, sendo um eixo estratégico para o transporte de cargas e para o abastecimento de toda a Grande BH. A saturação da pista atual frequentemente resulta em congestionamentos quilométricos, afetando diretamente a produtividade de empresas e a rotina dos motoristas.
Com o pacote de obras anunciado, o projeto visa separar o tráfego local do trânsito de longa distância:
Novas Faixas: Aumento da capacidade de fluxo na pista principal, reduzindo o tempo de viagem.
Vias Marginais: Criação de acessos segregados para os bairros do entorno e para o polo comercial da Ceasa, garantindo maior segurança e organização.
Embora o início das obras esteja agendado para 2027, o cronograma até lá envolve a conclusão de projetos de engenharia, licenciamentos ambientais e desapropriações necessárias para a expansão da faixa de domínio da rodovia.
A expectativa é que o investimento traga um alívio significativo para a infraestrutura de transporte da região, impulsionando a economia local e melhorando a segurança viária de milhares de usuários que dependem da BR-040 diariamente.
O cantor e compositor nevense Guilherme Barros está oficialmente na disputa do tradicional Concurso de Bandas do João Rock, um dos maiores festivais de rock e cultura alternativa do Brasil. O objetivo é garantir uma vaga para se apresentar em um dos palcos principais do evento, que atrai anualmente dezenas de milhares de pessoas.
A primeira etapa do concurso depende diretamente do engajamento popular. O público pode votar no artista local por meio da plataforma oficial do festival, ajudando a impulsionar a música produzida na Região Metropolitana de Belo Horizonte para o circuito dos grandes festivais do país.
O Gigante João Rock
Realizado anualmente em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o Festival João Rock consolidou-se, ao longo de mais de duas décadas, como o principal termômetro e ponto de encontro da música brasileira voltada ao rock, pop, reggae e hip-hop. O evento é conhecido por montar line-ups históricos, reunindo lendas da música nacional e os nomes mais influentes da atualidade em um único dia de programação intensa.
Mais do que um espaço de entretenimento, o festival se tornou um polo difusor de tendências e uma plataforma de consagração para o mercado fonográfico brasileiro.
A importância da representatividade periférica
Para além do mérito individual, a possível presença de um artista como Guilherme Barros no line-up do João Rock carrega um significado social e cultural profundo para Ribeirão das Neves. Historicamente, os grandes palcos nacionais tendem a centralizar o acesso aos circuitos de fomento e visibilidade nas capitais, criando barreiras invisíveis para a produção cultural que ferve nas periferias e regiões metropolitanas.
A trajetória de Guilherme Barros até a seletiva do festival joga luz sobre o amadurecimento e a qualidade técnica da cena musical nevense. Ter um representante da cidade em um evento dessa magnitude quebra estereótipos, demonstra que a periferia é polo exportador de arte e serve como um combustível de inspiração e autoestima para novos talentos locais que buscam profissionalizar suas carreiras no mercado da música.
Como votar e apoiar
As votações para o Concurso de Bandas ocorrem de forma virtual. Para apoiar o músico nevense e registrar o seu voto, basta acessar o link oficial de votação do artista:
🔗 concurso.joaorock.com.br/banda/guilherme-barros
A GPA, empresa responsável pela administração do Complexo Penitenciário Público-Privado (CPP/RNS-I) em Ribeirão das Neves, está com processos seletivos abertos para reforçar seu quadro de colaboradores na unidade. Primeira iniciativa do país a operar no modelo de Parceria Público-Privada (PPP) no sistema prisional, a concessionária busca profissionais alinhados com suas diretrizes de eficiência, segurança e ressocialização.
As oportunidades abrangem diferentes níveis de escolaridade e setores de atuação. Estão disponíveis vagas para Monitor de Ressocialização Prisional — função voltada para o acompanhamento dos internos e garantia dos procedimentos internos —, além de postos na área corporativa e operacional, como Analista Contábil, Analista Jurídico, Auxiliar Administrativo (incluindo vagas exclusivas para PCD), Auxiliar de Manutenção e Auxiliar de Saúde Bucal. A instituição também abriu oportunidades de estágio para estudantes de Direito, Serviço Social e áreas ligadas à Educação.
Quem tiver interesse em se candidatar deve realizar o cadastro exclusivamente pela internet. O recebimento de currículos e o detalhamento dos pré-requisitos de cada função estão centralizados na página oficial de recrutamento da empresa, hospedada na plataforma Gupy (vagasgpappp.gupy.io). A concessionária também disponibiliza um Banco de Talentos para futuras contratações no município.
A trajetória de um atleta é feita de escolhas, quedas e, acima de tudo, busca por equilíbrio. Para um dos grandes nomes do slackline, Gustavo GTO, que consolidou sua carreira em Ribeirão das Neves, o domínio da fita elástica se transformou em um passaporte para o cenário internacional. Hoje, integrando o elenco de um renomado teatro de um parque de diversões na Alemanha, o esportista conversou com o portal ribeiraodasneves.net e relembrou sua caminhada marcada pela resiliência, a importância do projeto social Neves na Fita e o orgulho de carregar a identidade da periferia para o exterior.
A fita que mudou o destino: De Natal a Ribeirão das Neves
A história com o esporte começou de forma despretensiosa, há 12 anos, durante uma viagem de férias. O que era apenas um passatempo de veraneio rapidamente se transformou em estilo de vida. O jovem começou a se destacar pela técnica e a criar laços fortes no meio esportivo, até que chegou a um momento de transição pessoal, em que buscava novos desafios e motivação.
Foi quando recebeu o convite dos atletas Darllyon Arraujo, Alisson Ferreira e Hendle Santos para integrar o grupo Neves na Fita. A resposta foi imediata: o atleta arrumou as malas com o que tinha de roupas e deixou Natal, no Rio Grande do Norte, rumo a Ribeirão das Neves.
"A cidade me acolheu e foi aqui que construí grande parte da minha caminhada no slackline. Vim em busca de oportunidade, de crescimento e também de um ambiente onde eu pudesse evoluir como pessoa. Aos poucos fui criando raízes e entendendo que Neves fazia parte da minha trajetória", relembra.
O grupo nevense foi o pilar central na sua transição de praticante para atleta de alto rendimento e profissional da área, espaço onde ele também pôde atuar compartilhando sua bagagem técnica com os novos integrantes.
A periferia como escola de resiliência e criatividade
Como a maioria dos atletas que vêm da base comunitária, o caminho foi repleto de obstáculos. A escassez de estrutura, as barreiras financeiras, a falta de patrocínio e o ceticismo de terceiros foram desafios constantes. No entanto, a mentalidade moldada na "quebrada" transformou a escassez em combustível criativo.
"A quebrada me ensinou a ser forte, criativo e a nunca desistir. Quando a gente cresce com pouco, aprende a dar valor a cada oportunidade e a fazer muito com quase nada. A periferia me deu humildade, visão de realidade e também coragem. Aprendi a improvisar, a correr atrás e a acreditar no meu potencial mesmo quando o cenário parecia difícil. Tudo isso eu levo comigo para qualquer lugar do mundo."
Para o atleta, a própria essência do slackline serviu como metáfora para enfrentar a vida: a necessidade de se manter resiliente, persistente e focado, entendendo que "vencer na vida" vai muito além de conquistas materiais, consistindo em manter-se de pé e evoluir constantemente.
O passaporte carimbado: O reconhecimento internacional
A virada de chave definitiva veio através da visibilidade conquistada com anos de dedicação, potencializada pelas redes sociais e conexões construídas no meio artístico do esporte. O reconhecimento cruzou o oceano com um convite para trabalhar no teatro de um dos parques de diversões mais renomados da Alemanha.
O momento de embarque e o carimbo no passaporte trouxeram à tona as memórias de toda a jornada.
"Foi uma mistura de emoção, gratidão e orgulho. Naquele momento passou um filme na minha cabeça: os treinos, as dificuldades, os dias em que pensei em desistir e todas as pessoas que me ajudaram na caminhada. Eu percebi que o sonho que começou lá atrás, de forma simples, estava me levando para o mundo", conta, emocionado.
De aprendiz a referência para a nova geração
Hoje, brilhando nos palcos europeus, o atleta não esquece de onde veio e celebra o fato de ter se tornado uma referência viva para as crianças e jovens que estão dando os primeiros passos no projeto Neves na Fita, na mesma cidade que um dia o acolheu.
Para ele, ocupar essa posição é uma responsabilidade que carrega com orgulho. A expectativa é que sua história funcione como um espelho, mostrando que a dedicação ao esporte e a valorização das próprias origens são capazes de abrir portas antes inimagináveis. "Se minha caminhada puder mostrar para alguém que é possível sonhar grande através do esporte, então tudo já valeu a pena", finaliza.


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