O deputado Junynho Martins (PP) ficou de fora da lista de eleitos para a Câmara dos Deputados por Minas Gerais após uma disputa marcada por mudanças nas últimas etapas da apuração dos votos.
Candidato pelo Progressistas, Junynho Martins, cujo nome de urna é Moacir Martins da Costa Junior, chegou a aparecer entre os candidatos que ocupavam uma das vagas da bancada mineira durante a apuração. Em determinado momento, ele figurava dentro da faixa de cadeiras da Federação União Progressista, formada por PP e União.
A situação, no entanto, mudou com o avanço da totalização. A disputa pelas vagas proporcionais permaneceu apertada, e a posição de Junynho Martins acabou sendo alterada na reta final, deixando o candidato fora da relação dos eleitos.
O resultado encerra uma noite de expectativa para o grupo político ligado ao candidato. A candidatura de Junynho Martins estava regularizada e foi registrada pelo PP para a disputa por uma das 53 cadeiras destinadas a Minas Gerais na Câmara dos Deputados.
A eleição para deputado federal utiliza o sistema proporcional, no qual a distribuição das cadeiras leva em consideração não apenas a votação individual dos candidatos, mas também o desempenho dos partidos e federações. Por isso, alterações na ordem dos candidatos podem ocorrer durante a totalização dos votos.
Dados parciais da apuração mostraram Junynho Martins entre os nomes próximos da faixa de corte, reforçando o cenário de disputa voto a voto.
Com a conclusão da apuração, a expectativa agora se volta para a composição definitiva da bancada mineira em Brasília e para os próximos passos políticos de Junynho Martins, que buscava ampliar sua atuação na política estadual com uma cadeira no Congresso Nacional.
O deputado estadual Vitório Júnior (PP) foi reeleito neste domingo (4) para mais um mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O resultado mantém o parlamentar como representante de Ribeirão das Neves e da Região Metropolitana de Belo Horizonte no Legislativo mineiro.
Vitório Júnior chegou à Assembleia pela primeira vez nas eleições de 2022, quando recebeu 53.135 votos e foi o candidato mais votado em Ribeirão das Neves. Antes de assumir o mandato estadual, ele havia ocupado o cargo de vice-prefeito do município, além de ter atuado como vereador, secretário municipal de Governo e secretário de Esportes.
Com 90% das urnas apuradas no estado, o candidato Cleitinho Azevedo (Republicanos) garantiu a vitória na disputa pelo Governo de Minas Gerais em primeiro turno.
Cleitinho lidera a apuração com 55,27% dos votos válidos, somando 5.685.126 votos até o momento.
O segundo colocado na disputa é o ex-ministro Patrus Ananias (PT), que registra 26,25% da preferência do eleitorado (2.430.655 votos). Em terceiro lugar aparece Flávio Roscoe (PL), com 7,22% (668.085 votos), seguido por Mateus Simões (PSD), com 4,47% (413.959 votos), e Alexandre Kalil (PDT), que soma 3,81% (353.148 votos).
Os demais candidatos registraram as seguintes votações parciais: Gabriel (MDB) com 2,24% (207.804 votos); Ben Mendes (MISSÃO) com 0,73% (67.979 votos); Indira Xavier (UP) com 0,19% (17.607 votos); Professor Túlio Lopes (PCB) com 0,10% (9.193 votos); Rafael Duda (PSTU) com 0,04% (3.994 votos); e Henrique Áreas (PCO, sub judice) com 0,01% (1.248 votos).
Com a vantagem matemática consolidada sobre os adversários, a Justiça Eleitoral aguarda a finalização da totalização das urnas para oficializar o resultado do pleito.
Paulo Henrique Vertejo Moraes, de 44 anos, foi encontrado enforcado em cela. Dois detentos confessaram a autoria do crime aos policiais penais, mas não revelaram a motivação.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o assassinato do detento Paulo Henrique Vertejo Moraes, de 44 anos, ocorrido no último sábado (3) na Penitenciária José Maria Alckmin, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Inicialmente, a vítima foi encontrada enforcada dentro de uma das celas do complexo prisional, o que levantou a suspeita inicial de autoextermínio. No entanto, durante as primeiras apurações dos policiais penais de plantão, a hipótese de suicídio foi descartada após dois outros presidiários, de 34 e 22 anos, assumirem a autoria do homicídio.
Até o momento, os suspeitos não prestaram esclarecimentos sobre a motivação da execução nem sobre como o crime foi arquitetado.
O local passou por perícia técnica da Polícia Civil e o corpo do presidiário foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte para exames necroscópicos. A Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) e as autoridades policiais acompanham os procedimentos administrativos e criminais para a apuração dos fatos.
O Governo Federal anunciou a prorrogação do prazo de adesão ao Desenrola MEI até o dia 29 de janeiro de 2027. Além da extensão do programa, que estava previsto para encerrar no final de setembro, foram lançadas novas modalidades com condições facilitadas para o pagamento de débitos mantidos por Microempreendedores Individuais (MEIs), incluindo opções inéditas para renegociação junto a autarquias e fundações públicas federais. As medidas resultam de uma ação conjunta entre a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério do Empreendedorismo (MEMP) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
Com um contingente de mais de 3 milhões de microempreendedores endividados no país — de um total de 17,56 milhões de registros ativos —, o pacote de medidas abrange diferentes perfis e montantes de débitos.
Novas modalidades e opções exclusivas para MEIs
Voltado para MEIs com débitos acumulados de até cinco salários mínimos (R$ 8.105), o Desenrola MEI Pequeno Valor foi desenhado para alcançar a maior parcela da categoria, cuja dívida média gira em torno de R$ 3 mil. Para essa modalidade, as adesões começam no dia 1º de outubro de 2026 e seguem abertas até 31 de janeiro de 2027. O acordo prevê entrada de 5% sobre o valor da dívida, sem desconto, com redução de 50% aplicada sobre o saldo remanescente e parcelamento em até 55 meses.
Já a modalidade tradicional do Desenrola MEI atende microempreendedores com débitos de até R$ 20 mil inscritos na Dívida Ativa da União e teve seu prazo estendido para 29 de janeiro de 2027. A proposta oferece até 100% de desconto sobre juros, multas e encargos legais, mantendo o valor principal do débito, com limite total de redução fixado em 70% do montante devido.
Outra novidade é a Transação da Procuradoria-Geral Federal (PGF), direcionada a débitos tributários e não tributários de até R$ 8.105 acumulados com autarquias e fundações federais — como Anatel, ANTT, DNIT, FNDE, Incra, ANP e ICMBio — e inscritos em dívida ativa até 28 de setembro de 2025. Com período de adesão fixado entre 16 de outubro de 2026 e 31 de março de 2027, essa linha garante 50% de abatimento sobre o valor total consolidado e prazo de quitação em até 60 meses.
Condições prioritárias na Transação Geral da PGFN
Os microempreendedores individuais também continuam enquadrados entre as categorias prioritárias na Transação Geral da PGFN, modalidade direcionada a dívidas de até R$ 45 milhões que foi igualmente prorrogada até 29 de janeiro de 2027. Nessa categoria, enquanto a regra geral para empresas de maior porte limita os abatimentos a 65%, os MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte contam com descontos que podem alcançar até 70% do valor total devido.
Balanço do programa e passo a passo para regularização
Até o dia 24 de setembro, o Desenrola MEI já havia contabilizado mais de 411 mil acordos celebrados. O montante negociado, que originalmente somava R$ 1,26 bilhão, caiu para R$ 757,25 milhões após a aplicação dos descontos concedidos, resultando na recuperação direta de R$ 106,63 milhões para os cofres públicos.
Para consultar e formalizar a renegociação de débitos junto à PGFN, o contribuinte deve acessar o portal Regularize utilizando o número do CNPJ e selecionar a opção de consulta de dívida inscrita para checar as pendências. Na sequência, ao clicar na aba de negociação, é possível simular os descontos disponíveis e verificar o valor das mensalidades. A efetivação do acordo ocorre após o aceite da proposta e o pagamento do boleto referente à primeira parcela.
O projeto Solidariedade Literária, promovido pela Biblioteca e pelo Centro de Memória do TRT mineiro, completou dez anos com uma edição especial no Centro Socioeducativo de Ribeirão das Neves. O evento, realizado na tarde de quarta-feira (30/9) dentro da própria unidade, reuniu 37 jovens internos e realizou a doação de cerca de 300 obras literárias.
Representando o Tribunal, o desembargador Antônio Carlos Rodrigues compartilhou sua trajetória de vida como exemplo de transformação. Nascido e criado em uma comunidade, o magistrado lembrou que leu seu primeiro livro aos 16 anos: a obra Ibiquera, que narra a história de um indígena orientado pelo pajé de sua tribo a valorizar a juventude como o bem máximo da vida.
A leitura serviu de inspiração para o jovem que, antes de chegar à magistratura, trabalhou como açougueiro e ajudante de sapateiro. Ao destacar que a vida dá reviravoltas, ele deixou uma mensagem de incentivo aos adolescentes:
"Dentro do coração de vocês é que está a oportunidade deste país ser um dia decente e vocês têm que encontrar a força interior."
A mesa de abertura do evento contou com a presença de autoridades e gestores da área socioeducativa e da Justiça, incluindo Alexandre Rodrigues, diretor da escola estadual do Centro; Vinícius Virgílio, diretor da Unidade Socioeducativa; Roberta Costa, representante da Subsecretaria de Atendimento Socioeducativo (SUASE/Sejusp-MG); e Márcia Lúcia Neves Pimenta, bibliotecária do TRT-MG e coordenadora do projeto.
Durante a abertura, Márcia Lúcia explicou aos jovens que a edição do projeto vinha sendo mobilizada e planejada desde fevereiro, envolvendo uma ampla rede de colaboradores.
"Cada vida é um livro": a palestra motivacional
A psicóloga Luciana Passeado conduziu uma palestra voltada à valorização da história individual de cada adolescente. Ao relatar sua própria caminhada a partir do bairro da Vila da Penha, na periferia carioca, Luciana incentivou os jovens a terem orgulho de suas trajetórias e a buscarem um sentido para a vida, mesmo durante o período de reclusão.
A palestrante questionou os mecanismos sociais que despersonalizam os indivíduos — como formas pejorativas de tratamento ou apelidos — e enfatizou a importância de cultivar projetos e sonhos, tendo a família e os afetos como propulsores para a mudança. Ela concluiu lembrando que, embora a sociedade por vezes limite horizontes, os condicionantes externos não determinam quem a pessoa é.
Como desdobramento da doação das obras, a estagiária da Biblioteca do TRT, Alessandra de Souza Santos, apresentou a proposta de um Clube do Livro. A iniciativa prevê o retorno da equipe à unidade socioeducativa entre novembro e dezembro deste ano para debater as obras lidas.
Na apresentação, Alessandra ressaltou o valor da interpretação coletiva:
"Em sociedade, não tem como a gente ficar só com o nosso modo de pensar."
Para demonstrar a ideia na prática, foi realizado um exercício interativo no qual diferentes participantes liam a mesma frase e compartilhavam suas distintas perspectivas.
O encerramento musical ficou por conta do servidor Henrique Resende Silva, que apresentou clássicos do repertório nacional e internacional em voz e violão, interpretando "É preciso saber viver", de Roberto Carlos e Erasmo Carlos; "Tocando em Frente", de Almir Sater e Renato Teixeira; e "A Paz", versão de Roupa Nova para Heal the World, de Michael Jackson.
A voz dos adolescentes
A recepção dos internos ao projeto revelou reflexões sobre o presente e planos para o futuro. O jovem internado A.L. destacou o preconceito enfrentado pelos adolescentes do sistema socioeducativo e defendeu a necessidade de transformar sonhos em metas concretas, revelando o desejo de empreender e abrir a própria empresa no futuro.
Em uma carta entregue durante o evento, outro jovem expressou seu interesse por histórias reais e pelo aprendizado proporcionado pela leitura. Ele manifestou o desejo de encontrar uma obra que abordasse os rumos do mundo contemporâneo e caminhos para transformá-lo:
"A leitura de livros é fundamental no conhecimento e muitas vezes a gente aprende coisas que só os livros têm para dar."
O projeto CIRCO(LA)LIBRAS, idealizado em 2016 pelo Instituto Circula Libras, está de volta aos palcos e praças com a proposta de aproximar a arte do circo da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Após um período de pausa, a iniciativa retomou suas atividades em 2026 por meio de uma parceria entre o Circurumim e o Instituto Circula Libras, trazendo ao público o espetáculo "CIRCO(LA)LIBRAS: As Aventuras do Feijão".
O projeto mantém o compromisso de oferecer apresentações lúdicas e acessíveis. O objetivo é proporcionar um espaço em que os espectadores possam se divertir, interagir e, simultaneamente, aprender novos sinais e expandir seus conhecimentos sobre a cultura surda.
Palhaçaria, diversão e consultoria especializada
A nova montagem traz no elenco os atores Rodrigo Santos, no papel do Clown Plantinha, e Anê Guimarães, como o Clown Cometa. Juntos, os artistas conduzem a narrativa por meio do humor, de performances circenses e de dinâmicas interativas com a plateia.
Para garantir a qualidade da acessibilidade e a correta tradução das linguagens, a consultoria técnica e a interpretação em Libras são assinadas por Roberto Granato.
Circulação pelos territórios de Ribeirão das Neves
Nesta nova etapa, a circulação do espetáculo percorreu diferentes bairros do município de Ribeirão das Neves, promovendo a descentralização do acesso à cultura e à educação inclusiva:
Em Justinópolis, a apresentação foi realizada no Cine Teatro Popular.
Na região do Veneza, a estrutura do espetáculo foi recebida no Origem Instituto.
No bairro Tijuco, a iniciativa atendeu o público infantil na Creche José Camilo Alves.
Entre os dias 13 e 16 de outubro de 2026, às 15h, a Casa Semifusa — localizada na Rua Cataguases, 73, em Ribeirão das Neves — sediará o projeto COLANDO(SE): exercício do olhar político sobre o território por meio da colagem. A iniciativa oferece uma formação gratuita em artes visuais direcionada prioritariamente a jovens de 14 a 29 anos, moradores da região.
Com carga horária total de 12 horas distribuídas em quatro encontros, a oficina tem como proposta utilizar a colagem como uma linguagem acessível, democrática e de transformação social. Durante os workshops, os participantes explorarão desde os fundamentos históricos da colagem nas vanguardas artísticas até técnicas de composição e narrativa visual. Além do aprendizado prático, a formação incentiva a reflexão sobre identidade, memória, pertencimento e a relação política dos jovens com o próprio território.
A proposta valoriza o uso de materiais sustentáveis e de baixo custo, como revistas, jornais, papéis reaproveitados e retalhos. As imagens e impressos utilizados passam por uma curadoria prévia em sebos e doações, priorizando a diversidade de corpos, culturas e representações. O projeto dispõe de acompanhamento pedagógico e suporte para pessoas com deficiência, garantindo um ambiente inclusivo e acolhedor.
Como encerramento do processo formativo, o público poderá conferir uma exposição coletiva montada na própria Casa Semifusa pelos próprios alunos. A mostra reunirá as colagens produzidas durante as oficinas, apresentando as narrativas visuais, ideias e percursos criativos desenvolvidos pela juventude local.
Mais informações e inscrições no instagram @at000a @coletivosemifusa
Inscrições no link: https://forms.gle/nKNFHjc1qm9FPYNN6
Serviço
Evento: Oficina e Exposição do Projeto "COLANDO(SE)"
Data: 13 a 16 de outubro de 2026
Horário: 15h
Local: Casa Semifusa (Instituto Cultural Semifusa)
Endereço: Rua Cataguases, 73 – Ribeirão das Neves / MG
Público-alvo: Jovens de 14 a 21 anos
Entrada: Gratuita
Por Walter Menezes
Estamos chegando próximo ao dia em que o País estará em movimento para escolher aqueles que irão nos representar nos próximos anos, nos âmbitos estaduais e federais.
Nota-se que o povo brasileiro continua impregnado e crente num sistema assistencialista implantado a mais de 20 anos, implantando nas mentes das pessoas mais desavisadas, o conformismo com o “pouco basta” com o subterfúgio da inclusão, do acesso, e da erradicação da pobreza.
Mais grave ainda, tirando destas pessoas o gosto do empoderamento, a vontade e o desejo de sonhar, pois realizar sonhos depende de muito esforço e trabalho, e o sistema de dar (mesmo que pouco) sem exigir nenhuma contrapartida, potencializou nessas pessoas o comodismo, o conformismo e a dependência.
Com este truque, o sistema ainda consegue imunizar o cognitivo destas pessoas, a ponto de fazê-las demonizarem aqueles que investem no setor de produção, e através destes investimentos, tornarem suas finanças meritoriamente favoráveis, mesmo sabendo que ninguém conquista nada dormindo. Além dos investimentos, é preciso muita dedicação, esforço e muito trabalho para torna-los ricos, (como gostam de nominá-los).
Sem se dar conta de que tudo que consumem, não seria possível sem os apaixonados pelo dinheiro, que através de seus investimentos, disponibilizam a possibilidade do consumo da PICANHA, do manuseio dos celulares, das TVs, dos veículos, do arroz, feijão, vestuário, remédio e tudo mais que se é necessário para se viver.
Pode até parecer que sou contra os programas de assistência. Pelo contrário. Tem de haver mesmo programas de assistência que possibilite que através do esforço, cada um possa acessar as oportunidades, e com a ajuda dos programas, conquistar aquilo que se sonha alcançar.
Porém, o que se vê são programas assistencialistas, sem exigência de nenhuma contrapartida, onde os políticos usam os programas assistencialistas para fazerem políticas, quando deveriam usar a política para fazerem assistência. É assim com a saúde, segurança, educação e com a rodovias de altos pedágios e péssimas condições.
E com o enfraquecimento intelectual do povo, com o aumento da dependência nos programas assistencialista, (já que esse comportamento é repassado para a prole), o sistema vai se fortalecendo cada vez mais, venezuelando o Brasil a cada dia, já que esta faixa da sociedade brasileira, é maioria absoluta, e determinante nas eleições.
Daí, que não será nenhuma surpresa a reeleição do atual presidente, que mesmo com um passado desfavorável, que sofreu vários processos, ter sido preso, ter como seu vice alguém que o chamou de ladrão por vezes nas TVs, ainda ter aprovação desta faixa da sociedade, pois atribuem a ele, (governo) tudo que chega até eles, mesmo sabendo que estes programas são mantidos pelos suores e impostos pagos por quem produz, e não somente pelos considerados ricos, mas por todos que trabalham e consomem.
Quero esclarecer que no meu entendimento, não há como culpar estas pessoas. Como digo no início do texto, elas são tão vítimas quanto os que mantém cheios os cofres públicos para patrocinar estas artimanhas, que são todos e qualquer contribuinte.
Os culpados são exatamente aqueles que se elegem para o SENADO, CÂMARA ESTADUAL, CÂMARA FEDERAL com o discurso de nos representar, mas que na verdade tem um único propósito, que é se manter no poder, e se corrompem tanto quanto.
São culpados também os órgãos fiscalizadores, como o Superior Tribunal Eleitoral, do Ministério Público, Tribunal de Contas, e principalmente o Supremo Tribunal Federal, todos com seus atos protecionistas, corporativistas, paternalistas. Que julgam PESSOAS, não as causas.
Dependendo da PESSOA, inocente. Dependendo da PESSOA, tá “lascado”!
Eu poderia ficar estático, quietinho com meus pensamentos. Mas vários sábios, assim como o fez Jesus Cristos, nos deixou algumas parábolas, e tem uma que diz...
“Quando os bons se calam, os maus Triunfam”
Mas é apenas o que penso. Não quer dizer que seja verdade absoluta.


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