No próximo sábado, dia 16 de maio, a Spiral Escola de Dança será palco de uma programação especial dedicada à formação artística. O projeto “Para inventar amanhãs dançantes - Capacitação do Soma Grupo de Dança” promove uma aula aberta ao público às 17h, seguida da apresentação da proposição cênica “No meio do caminho”, construída coletivamente pelos alunos. A entrada é gratuita e não é necessário retirar ingressos.
A iniciativa busca aproximar a comunidade do universo da dança contemporânea e compartilhar os resultados do processo de capacitação desenvolvido desde janeiro de 2026. Fundado em 2024 pela produtora Raquel Miranda, o Soma Grupo de Dança passou por uma renovação este ano, atraindo jovens interessados em aprofundar sua formação técnica e profissional. O projeto surgiu como resposta aos desafios enfrentados por jovens de baixa renda que desejam se profissionalizar no setor cultural.
Metodologia e Corpo docente
As experiências propostas ao longo da capacitação reúnem abordagens de educação somática, dança clássica e contemporânea. Um dos destaques foi a participação de Irene Ziviani, referência nacional e criadora do método “Articule-se”, que conduziu vivências de anatomia experiencial focadas no refinamento técnico dos integrantes.
Segundo Márcia Fabiano Neves, coordenadora da iniciativa, o objetivo é plantar uma “semente de confiança” para que os jovens reconheçam a dança como possibilidade concreta de profissão e transformação social. Além das atividades em Neves, o grupo visitará o CCBB, em Belo Horizonte, no dia 24 de maio, para assistir ao espetáculo “ZuZus”, do coletivo Mulheres em Dança, como parte da ampliação do repertório crítico.
O projeto é executado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), via Edital de Capacitações da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (SECULT-MG).
Serviço
Evento: Aula aberta e apresentação da proposição cênica “No meio do caminho”
Data e horário: Sábado, 16 de maio, às 17h
Local: Spiral Escola de Dança (Av. Denise Cristina da Rocha, 1690, Justinópolis, Ribeirão das Neves)
Entrada: Gratuita (com tradução em Libras)
A manhã deste domingo (10) foi marcada por uma manifestação pacífica em frente à sede da Igreja Céu Anil, no bairro de mesmo nome, na região de Venda Nova. Aproximadamente 500 pessoas, entre fiéis e moradores, reuniram-se para pedir a sensibilidade do Poder Judiciário em relação a uma decisão liminar de reintegração de posse que atinge o imóvel utilizado pela instituição há quase três décadas.
O ato, marcado por momentos de oração coletiva e cartazes com dizeres como "Nossa Igreja é da Comunidade", buscou dar visibilidade ao impacto social que a desocupação pode causar. Famílias, jovens e idosos participaram da mobilização, enfatizando o caráter espiritual e ordeiro do movimento.
Referência social e comunitária
A Igreja Céu Anil conta atualmente com cerca de 700 membros e é responsável por projetos que beneficiam diretamente mais de 1.500 pessoas. O espaço funciona como um centro de desenvolvimento humano na região, oferecendo gratuitamente ou a baixo custo atividades como:
Esportes: Aulas de jiu-jítsu e pilates.
Cultura e Educação: Aulas de balé, inglês e Libras.
Saúde e Bem-Estar: Hidroginástica e grupos de fortalecimento familiar.
O impasse jurídico
Segundo representantes da comunidade, o imóvel foi adquirido e ampliado ao longo de 28 anos exclusivamente com recursos provenientes de doações voluntárias e campanhas dos próprios membros. "Todas as benfeitorias realizadas no local foram custeadas pela membresia, que vê no espaço não apenas um templo, mas um patrimônio construído com esforço coletivo", afirmaram lideranças locais.
A defesa da instituição argumenta que a questão extrapola a disputa patrimonial. O foco agora é alertar as autoridades sobre o vácuo social que será deixado caso as atividades sejam interrompidas. A desocupação afetaria centenas de famílias que dependem do suporte educacional e assistencial oferecido no endereço.
Próximos passos
A comunidade declarou que pretende esgotar todas as vias democráticas e respeitosas para reverter a decisão. O grupo confia que a relevância social do trabalho desempenhado no bairro Céu Anil seja levada em conta na análise do mérito da ação de reintegração de posse.
Oportunidades para estudantes de graduação em diversas áreas são ofertadas em Belo Horizonte, com possibilidade de trabalho remoto. Inscrições estão abertas até 31 de maio.
Estudantes de graduação que buscam experiência profissional com bolsa e flexibilidade de trabalho já podem se candidatar a uma das 16 vagas de estágio abertas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG). As oportunidades oferecem bolsa mensal de R$ 1.508,42, auxílio-transporte de R$ 13,40 por dia presencial e possibilidade de atuação em regime híbrido, conforme as atividades desenvolvidas. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 31 de maio no site www.ifmg.edu.br.
As vagas são destinadas a estudantes de diferentes áreas do conhecimento, ampliando as chances de participação de candidatos com perfis diversos. Há oportunidades para cursos como Administração, Arquitetura, Comunicação, Direito, Economia, Engenharias, Ciências Sociais, Jornalismo, Ciência da Computação, Letras, Geografia, Pedagogia entre outros.
Os estagiários selecionados atuarão na Reitoria do IFMG, localizada no bairro Buritis, em Belo Horizonte. A carga horária é de 30 horas semanais, com possibilidade de organização das atividades entre momentos presenciais e remotos, a depender das demandas de cada setor. A experiência em uma instituição pública federal proporciona contato direto com rotinas administrativas, técnicas e institucionais, contribuindo para a formação profissional dos estudantes.
Etapas da seleção
O processo seletivo será realizado em duas etapas. A primeira consiste na análise documental e de títulos, com verificação dos requisitos mínimos e pontuação conforme critérios estabelecidos no edital. Já na segunda etapa, os candidatos deverão apresentar uma carta de apresentação, relatando sua trajetória acadêmica e motivação para a vaga, além de participar de entrevista, com datas divulgadas posteriormente.
Os interessados devem acessar a página de concursos do IFMG (portal.concursos.ifmg.edu.br) para consultar o edital 08/2026, conferir o cronograma completo e realizar a inscrição. É permitido se candidatar a mais de uma vaga, desde que o estudante atenda aos requisitos exigidos para cada área. Além das vagas de ampla concorrência, o edital prevê reserva de oportunidades para candidatos pretos ou pardos e pessoas com deficiência, em conformidade com a legislação vigente.
Após a aprovação, o estágio será formalizado por meio de Termo de Compromisso de Estágio (TCE), firmado entre o estudante, o IFMG e a instituição de ensino de origem. A duração inicial é de seis meses, podendo ser prorrogada até o limite de dois anos. Dúvidas podem ser esclarecidas por meio do edital ou pelo e-mail da comissão organizadora: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
No próximo dia 12 de maio, a cidade de Ribeirão das Neves sediará um plantão técnico voltado à certificação e regularização jurídica de comunidades tradicionais de terreiro. O evento será realizado na Casa Semifusa, no bairro Sevilha (2ª Seção), a partir das 15h.
A iniciativa é organizada pelo gabinete da deputada estadual Andréia de Jesus e tem como objetivo principal orientar lideranças religiosas sobre o processo de cadastro para o reconhecimento institucional como Comunidade Tradicional de Povos de Terreiro.
Assistência Técnica e Jurídica
Durante a atividade, os participantes receberão suporte sobre a organização documental necessária para a regularização dos territórios. O atendimento abrange:
Orientações sobre o processo de certificação oficial;
Consultoria jurídica para regularização de espaços;
Informações sobre direitos e acesso a políticas públicas específicas.
A ação é viabilizada por meio de emenda parlamentar e conta com o apoio de coletivos culturais e organizações parceiras da região. O projeto busca oferecer ferramentas práticas para que essas comunidades garantam sua proteção cultural e segurança jurídica.
Contexto e Justificativa
De acordo com a deputada Andréia de Jesus, a ação é uma medida de enfrentamento ao racismo religioso.
"O reconhecimento das comunidades tradicionais de terreiro é um passo fundamental na garantia de direitos históricos dessas populações. Nosso compromisso é construir políticas públicas que assegurem dignidade, respeito e proteção às tradições de matriz africana", afirmou a parlamentar.
O evento é gratuito e aberto a lideranças, representantes e integrantes de comunidades de matriz africana de Ribeirão das Neves e municípios vizinhos.
Serviço
Evento: Plantão de Certificação e Regularização – Comunidades de Terreiro
Data: 12 de maio
Horário: 15h
Local: Casa Semifusa
Endereço: Rua Cataguases, 73, Sevilha (2ª Seção) – Ribeirão das Neves/MG
Moradores de Ribeirão das Neves, contam com um reforço importante na saúde pública a partir desta quinta-feira (7). Uma carreta equipada com aparelhos de tomografia computadorizada chegou à cidade para oferecer exames gratuitos a pacientes da rede municipal de saúde.
Local e horário
O veículo está posicionado próximo à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no bairro Veneza. Os atendimentos ocorrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e a previsão é que a unidade móvel permaneça no município até o dia 15 de maio.
Fluxo de atendimento
Diferente de consultas de rotina, os exames de tomografia na carreta são destinados a pacientes que já possuem pedido médico e estão na fila de espera da Secretaria Municipal de Saúde. O objetivo é desafogar a demanda reprimida e acelerar o diagnóstico de doenças graves, permitindo tratamentos mais precoces.
Impacto na região
A ação faz parte de um cronograma que percorre diversos municípios da Grande BH. "A presença da carreta agiliza o processo para o paciente que, muitas vezes, teria de se deslocar para outras cidades ou aguardar meses por uma vaga em hospitais fixos", destacam autoridades locais.
A Polícia Civil de Minas Gerais busca informações que levem ao paradeiro de Larissa Ellen Dias Mendes, de 29 anos, desaparecida desde o dia 26 de abril. A jovem foi vista pela última vez no bairro Sevilha, em Ribeirão das Neves.
Embora Larissa tivesse o costume de se ausentar por curtos períodos, a família afirma que o silêncio prolongado foge ao seu comportamento habitual, já que ela sempre manteve contato com os parentes. A mãe da jovem relatou que a filha sofre com a dependência química, fator que pode estar relacionado ao seu sumiço, mas a falta de notícias gerou um alerta imediato entre os familiares.
Pista crucial
Uma mensagem enviada por Larissa a um amigo antes de desaparecer tornou-se o foco central das buscas. No texto, ela indicava um endereço específico e pedia que fosse procurada naquele local "caso algo lhe acontecesse". Segundo os familiares, o ponto mencionado é uma região de mata de difícil acesso e conhecida pela periculosidade.
Investigação e apelo
A Polícia Civil já recebeu o registro do desaparecimento e analisa as comunicações eletrônicas da vítima. Familiares e amigos realizam buscas por conta própria e pedem a colaboração da comunidade.
Serviço: Como ajudar
Se você viu Larissa Ellen Dias Mendes ou tem informações sobre sua localização, utilize os canais oficiais. O sigilo é garantido.
Disque-Denúncia: 181 (Geral)
Polícia Civil (Divisão de Desaparecidos): 0800 282 8197
Polícia Militar: 190
O Instituto O Grito consolidou sua posição como uma das grandes referências de gestão no Terceiro Setor brasileiro durante o FIFE 2026 (Fórum Interamericano de Filantropia Estratégica). Considerado o maior evento da área no país, o fórum aconteceu na capital pernambucana entre os dias 14 e 17 de abril, reunindo as principais lideranças e organizações da sociedade civil para debater inovação e sustentabilidade institucional.
O Reconhecimento pela Fundação Dom Cabral
A trajetória do Instituto foi o centro das atenções em um painel conduzido pela Fundação Dom Cabral (FDC), uma das escolas de negócios mais prestigiadas do mundo. A FDC utilizou a organização mineira como um case de sucesso para ilustrar a maturidade organizacional e a evolução da liderança no campo social.
Durante a apresentação, a FDC detalhou a jornada estratégica do Instituto, focando especialmente na transformação do papel de seu fundador e CEO, Léo Martins. O modelo de gestão apresentado baseou-se em quatro pilares fundamentais:
De Executor a Estrategista: A transição essencial da liderança operacional para o campo da estratégia, viabilizando o crescimento da instituição.
Visão de Horizonte: A competência de antecipar tendências e planejar o futuro organizacional com foco no longo prazo.
Gestão Baseada na Confiança: O fortalecimento da equipe interna como elemento central para uma governança eficiente.
Delegação e Impacto: O entendimento de que descentralizar processos é o motor necessário para multiplicar o impacto social no território.
Referência Técnica e Social
O destaque no FIFE 2026 valida o processo de profissionalização das operações do Instituto O Grito em Ribeirão das Neves (MG). Para além do trabalho de campo, o reconhecimento posiciona a entidade como uma referência técnica nacional.
"A eficiência administrativa e o uso estratégico da tecnologia são pilares essenciais para a transformação social e o alcance da dignidade humana".
Com essa validação, o Instituto demonstra que a gestão de excelência não é exclusividade do setor privado, mas uma ferramenta indispensável para organizações que buscam escala e sustentabilidade em suas causas.
A pergunta que dá título a este texto motivou pesquisa realizada pelo Observatório de Ribeirão das Neves, tendo em vista a forte presença, na região de Justinópolis e Areias, de famílias de origem japonesa. Nosso objetivo foi reconstruir os caminhos e descaminhos que levaram os pioneiros da família Takahashi a abandonarem a sua terra natal e migrarem para o Brasil.
Essa saga se inicia no ano de 1926, ou seja, completa 100 anos em 2026, quando os patriarcas dessa família, Motokichi e Kendiro Takahashi, chegaram ao Brasil para trabalhar nas fazendas de café no interior de São Paulo. O contexto em que viviam o Brasil e o Japão é de fundamental importância para compreender a trajetória vivida por essa família. Naquele período, o Japão enfrentava uma crise populacional e incentivava seus cidadãos a irem para outros países adquirir riqueza e retornar, o mais breve possível, trazendo recursos para ajudar a desenvolver o país. Esse incentivo chegava ao ponto de permitir que os cafeicultores paulistas fizessem propaganda para recrutar japoneses a virem para o Brasil, no intuito de trabalharem nas fazendas do “ouro negro”, ou seja, do café.
Já o contexto brasileiro era marcado pela crise do perverso projeto eugenista brasileiro, que, com o fim da escravidão, tinha o propósito de “clarear a raça” do país, trazendo para o Brasil imigrantes alemães e italianos — nações que, no final do século XIX e início do XX, enfrentavam fortes quadros de pobreza e guerra — para substituir a mão de obra tradicionalmente exercida pelos negros. A questão era que, no início do século, o governo brasileiro enfrentava problemas para trazer novos imigrantes italianos e alemães, pois os governos de seus respectivos países haviam proibido a vinda de seus cidadãos para trabalhar nas fazendas do interior paulista, diante de denúncias de escravidão por dívida. Ou seja, assim como fizeram com a população de origem africana, buscavam escravizar alemães e italianos, dessa vez pela modalidade de escravidão por dívida.
Frente a essa proibição, os cafeicultores paulistas, com incentivo do governo brasileiro, mesmo enfrentando o preconceito dos brasileiros frente à “raça amarela”, resolveram suprir essa lacuna de mão de obra incentivando a imigração japonesa e, em uma dessas levas, os pioneiros da migração japonesa em Neves chegaram ao Brasil.
O cenário que encontraram não foi nada diferente do apresentado aos italianos e alemães. As promessas de prosperidade e riqueza se desfizeram no próprio Porto de Santos. Como haviam contraído dívida referente à viagem e aos próprios custos de se instalarem na fazenda paulista, passaram, desde o primeiro momento, a viver sob o jugo do fazendeiro paulista. Essa realidade fez com que os membros da família Takahashi se mobilizassem para fugir dessa condição, migrando primeiramente para a cidade de Uberlândia e, logo em seguida, vindo para a recém-fundada capital mineira.
Em Belo Horizonte, Motokichi e Kenjiro, os dois heróis dessa saga, junto com outros membros de sua família, instalaram-se na região hoje conhecida como Venda Nova e, ao arrendarem uma grande extensão de terra, fundaram a Fazenda Mikado. Essa propriedade agrícola, devido aos conhecimentos técnicos trazidos do Japão por Motokichi e Kenjiro, no que diz respeito ao cultivo da terra, em poucos anos despontou na produção de hortifrutigranjeiros, suprindo não só a demanda da capital mineira, mas chegando a enviar produtos para a capital nacional, que naquela época era o Rio de Janeiro.
A estabilidade e os tempos de bonança da família Takahashi duraram pouco. Em 1942, a entrada do governo brasileiro na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Aliados, declarando o Japão — que compunha, com Alemanha e Itália, as nações do Eixo — como inimigo, fez com que passasse a perseguir todos os cidadãos japoneses que viviam no Brasil. Com isso, a Fazenda Mikado foi desapropriada pelo Estado brasileiro, todos os homens da família Takahashi foram presos e enviados para a Penitenciária Agrícola de Neves, e as mulheres e as crianças da família ficaram à própria sorte, encontrando abrigo no Bairro Areias, onde sobreviveram a duras custas durante anos, chegando a depender da ajuda de fazendeiros locais, que forneciam ossos do gado abatido para a sua alimentação.
Fato importante desse violento processo descrito acima é que a estadia dos homens da família Takahashi na Penitenciária Agrícola de Neves (PAN) ajudou a consolidar o próprio nome da unidade prisional, tendo em vista que, no tempo em que estiveram presos nessa unidade, receberam a permissão e o incentivo dos diretores para ensinarem técnicas de cultivo da terra aos demais detentos. Ao ponto de, após o fim das hostilidades entre Brasil e Japão com o término da guerra, mesmo depois de libertados, alguns membros da família continuarem trabalhando nessa função dentro da Penitenciária Agrícola de Neves.
Após a soltura dos homens da família Takahashi e o reencontro com as mulheres e crianças, com o fim da guerra — que teve como saldo a quase total destruição do Japão, inclusive com seu território sendo atingido por duas bombas atômicas —, o plano de enriquecer e voltar para o Japão não era mais possível, tendo em vista que, nas palavras dos próprios imigrantes, “não havia mais Japão para retornar”.
Com isso, as famílias Takahashi, mesmo com muito preconceito enfrentado por elas em contexto pós-guerra — preconceitos inclusive incentivados pelo próprio Estado —, resolveram se estabelecer na região do Bairro Areias e hoje configuram uma grande comunidade que representa um pedaço do Japão em Ribeirão das Neves, e que merece ter sua história valorizada e melhor conhecida.
Por isso, se você faz parte da família Takahashi e/ou sabe de alguma particularidade que possa nos ajudar a contar melhor essa história, pode entrar em contato conosco pelo seguinte endereço: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Na Grande BH, são 2.800 vagas abertas; inscrições acontecem entre os dias 11 e 15 de maio
Em celebração aos 80 anos da Instituição, durante a realização da Semana S, evento criado para mostrar a potência do Sistema Comércio Minas por meio de atividades diversas gratuitas, o Senac ampliará a oferta de cursos gratuitos em todo o estado.
“Queremos que as pessoas possam, de alguma forma, participar da Semana S. O evento acontece em Belo Horizonte, na Praça da Estação, mas nossas unidades também estarão focadas em mostrar um pouco do nosso serviço. Vamos ampliar o acesso gratuito à educação profissional para quem busca aperfeiçoar seus conhecimentos, aumentar seu potencial de empregabilidade ou planeja ter o seu negócio”, resumiu o presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, Nadim Donato.
Entre os dias 11 e 15 de maio, as 42 unidades em Minas Gerais vão abrir vagas para formações profissionalizantes gratuitas por meio de cursos livres e técnicos. A iniciativa vai mobilizar a rede do Senac para ampliar o acesso à formação profissional, com foco em empregabilidade, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico.
As capacitações contemplam áreas estratégicas como gastronomia, tecnologia, idiomas, moda, saúde, beleza, moda, comércio e gestão, acompanhando as transformações do mercado de trabalho e as demandas do setor de comércio de bens, serviços e turismo - responsável por cerca de um quarto do PIB brasileiro, segundo dados do Sistema Comércio. São cursos como Preparo de Massas, Excel Recursos Básicos, Básico de Costura e Acabamento, Técnicas Avançadas de Maquiagem, Cabeleireiro, Assistente Administrativo, entre outros.
O início dos cursos tem datas variadas, mas as matrículas precisam ser efetivadas durante a ação. As inscrições devem ser feitas na unidade do Senac onde o curso está disponível. As ofertas da Grande BH também estarão disponíveis em um estande na Praça da Estação até o dia 17. É necessário apresentar documento com foto, CPF, comprovantes escolar e de residência. Menores de idade precisam comparecer acompanhados dos responsáveis legais.
Ofertas na Grande BH
Na Grande BH, são 2.800 vagas disponíveis nas cinco unidades. As opções de qualificação são ofertadas por meio dos programas Senac de Gratuidade (PSG) e Senac+. O PSG disponibiliza as vagas para todas as pessoas, cuja renda familiar per capta não ultrapasse dois salários-mínimos. E pelo Senac+, podem participar alunos indicados por empresas do setor de comércio de bens, serviços e turismo; sindicatos empresariais e associações de inclusão social que atendem grupos vulneráveis. Essas instituições devem estar devidamente credenciadas junto ao Senac.
Unidades Senac:
Barro Preto (Rua dos Goitacazes, 1159)
Eixos: Gastronomia, TI, Moda, Gestão, Beleza e Saúde.
Venda Nova (Av. Liége, 213, Europa, Belo Horizonte)
Eixos: Comércio, Comunicação, Gestão, TI, Games, Artes e cursos técnicos.
Guajajaras (Rua dos Guajajaras, 40 - 15º andar, Centro, Belo Horizonte)
Eixos: Idioma, TI, Comércio, Comunicação e Gestão.
Contagem (Rua das Paineiras, 1300 - Jardim Eldorado)
Eixos TI, Gestão e Comunicação .
Betim (Rua Rio de Janeiro, 199, Brasiléia)
Eixos: Beleza, Saúde, TI e cursos técnicos.
Sobre o Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac
O Sistema Fecomércio MG é formado pela Fecomércio MG, pelo Sesc em Minas e pelo Senac em Minas, em parceria com os Sindicatos Empresariais, e integra a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Tadros. Por meio da cooperação estratégica entre essas instituições, a atuação do Sistema tem o objetivo de fortalecer o comércio mineiro e contribuir com o desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais.
Seu escopo de atividades ainda inclui a capacitação profissional e a promoção da qualidade de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo, incluindo dependentes, por meio de serviços de Saúde, Educação, Cultura, Esporte, Lazer e Ação Social.
O Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac defende os interesses de empresas e de trabalhadores e trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo de Minas Gerais. As três instituições oferecem soluções que ajudam no desenvolvimento, na redução de custos, na capacitação e na qualidade de vida, melhorando a performance e a competitividade das empresas parceiras.


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No ar desde janeiro de 2009, o portal é a maior referência na internet para assuntos relacionados ao município.
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