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Polícia

O Tribunal do Júri condenou, nesta quarta-feira (5), o guarda municipal Jardel dos Reis Santos a 18 anos e 8 meses de prisão pelo assassinato da esposa, Alessandra Cristina Vaz, de 50 anos. O crime ocorreu em 4 de abril de 2024, em Ribeirão das Neves.
Segundo a sentença, além da pena de prisão, Jardel perderá o cargo de guarda municipal por incompatibilidade com o exercício da função pública na área de segurança.

A Justiça também determinou que o condenado devolva, com juros e correção monetária, todos os valores recebidos a título de pensão após a morte da vítima, benefício que ele chegou a solicitar. Ele ainda deverá arcar com as custas do processo.

Investigação apontou tentativa de simular suicídio

De acordo com a investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios de Ribeirão das Neves, o guarda alegou inicialmente que a esposa havia tirado a própria vida.

Em depoimento, ele afirmou que, na noite anterior ao crime, tomou um refrigerante que teria um gosto diferente e, após ingerir a bebida, passou mal e dormiu. Segundo sua versão, ele só acordou por volta das 14h do dia seguinte, quando encontrou Alessandra morta no sofá da residência com um disparo na cabeça, provocado por sua própria arma de fogo.

O delegado Marcos Rios, responsável pelo caso, informou que essa foi a narrativa apresentada pelo acusado durante a investigação. No entanto, as apurações da Polícia Civil reuniram provas que contrariaram essa versão e apontaram que a cena do crime havia sido montada para simular um suicídio, levando ao indiciamento e, posteriormente, à condenação do guarda municipal.

A prisão de Jardel ocorreu em 12 de julho de 2024, pouco mais de três meses após o homicídio.

A defesa do condenado foi procurada pela imprensa, mas não havia se manifestado até a última atualização do caso. O espaço permanece aberto para eventual posicionamento.

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Polícia

Paola Stefany é acusada de dopar e esfaquear casal no Bairro São Pedro, em Belo Horizonte; empresário do Centro da capital teria permitido transações com as máquinas de cartão do seu restaurante após o crime.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, pelo assassinato do casal de idosos ocorrido no dia 29 de junho, dentro do apartamento onde moravam no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram mortos a golpes de faca.

Além da diarista, o MPMG denunciou um homem de 41 anos, proprietário de um restaurante na Rua Carijós, no Centro da capital. Ele é acusado de furto mediante fraude por ceder as máquinas de cartão do seu estabelecimento para que a mulher movimentasse os valores das contas das vítimas após o duplo homicídio, dividindo o dinheiro com ela.

O crime e a tentativa de apagar vestígios
Segundo a denúncia do MPMG, assinada pelo promotor de Justiça Mauro Fonseca Ellovitch, a ação foi planejada. Paola levou para o imóvel comprimidos de clonazepam, que foram misturados em um suco servido aos idosos. Enquanto recolhia pertences da residência, o advogado acabou acordando e tentou reagir. A diarista então atacou o idoso com uma faca de cozinha e também tirou a vida da empresária.

Após o ataque, a mulher subtraiu joias, relógios, celulares, perfumes, bolsas, roupas, cartões bancários e mais de R$ 19 mil em espécie. Para dificultar o trabalho da perícia e ocultar provas, ela lavou a faca usada no crime, limpou vestígios no apartamento e descartou as roupas sujas de sangue.

Movimentações financeiras e fuga
Ao deixar o local do crime, a investigada seguiu para o Centro de Belo Horizonte, onde vendeu parte dos bens roubados em poucas horas. Ela tentou realizar uma transferência bancária no valor de R$ 5 mil, que acabou bloqueada por suspeita de fraude. Em seguida, contou com o apoio do dono do restaurante para passar os cartões das vítimas em suas maquininhas, registrando duas operações que somaram R$ 3,1 mil (uma de R$ 1,3 mil e outra de R$ 1,8 mil).

Com o dinheiro obtido, Paola comprou um novo celular, passou em sua residência, em Ribeirão das Neves, buscou o filho e seguiu para um hotel em Itabira. Ela foi localizada e presa pela Polícia Civil antes que conseguisse deixar o estado.

Acusações e desdobramentos
A denúncia do Ministério Público enquadra Paola Stefany nos crimes de dois latrocínios (roubo seguido de morte), fraude processual e furto mediante fraude. O comerciante responde por furto mediante fraude. O MPMG solicitou que a Justiça fixe um valor mínimo de reparação por danos morais e materiais aos familiares das vítimas.

A Polícia Civil e o Ministério Público mantêm apurações paralelas para identificar outras três pessoas suspeitas de terem receptado os objetos roubados do apartamento. Segundo o MPMG, não há indícios de que os compradores das mercadorias tenham participado das mortes.

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Uma grande ação de combate aos crimes de agiotagem e extorsão na Região Metropolitana de Belo Horizonte teve como um dos principais alvos o município de Ribeirão das Neves. A 2ª fase da Operação Bola de Neve, deflagrada nesta sexta-feira (24/07) pela Polícia Civil de Minas Gerais, resultou na prisão de dez suspeitos e no cumprimento de 20 mandados de busca e apreensão.

A investida policial apura a atuação de uma organização criminosa investigada por movimentar mais de R$ 500 mil com a concessão de empréstimos a juros abusivos. Os investigados utilizavam táticas violentas e ameaças diretas para coagir os devedores no município nevense e em cidades vizinhas.

Entre os detidos estão nove homens e uma mulher de 23 anos apontada pelas investigações como suposta "laranja" do esquema, além de um colombiano e um policial militar reformado de 58 anos, preso acompanhado de seus dois filhos. Durante as diligências na Grande BH, as equipes apreenderam duas armas de fogo, munições, dinheiro em espécie, computadores e celulares.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outras vítimas na região e capturar suspeitos que seguem foragidos.

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Uma operação da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) interceptou, na manhã desta sexta-feira (24/07), um carregamento de armas e drogas que tinha como destino final o bairro Veneza, em Ribeirão das Neves. A apreensão ocorreu durante a fiscalização de um ônibus no Anel Rodoviário de Belo Horizonte, conforme apurado pelo portal Metrópoles.

Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante transportando duas barras de cloridrato de cocaína, seis pistolas Glock calibre 9 mm com numeração suprimida e 12 carregadores em sua bagagem. Segundo a PMRv, a suspeita confessou que faria a entrega da carga na capital mineira para que o material fosse repassado ao município nevense, recebendo R$ 700 pelo transporte.

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Um homem de 44 anos, condenado por um homicídio cometido dentro da cadeia pública de Rio Casca, na Zona da Mata mineira, foi preso em Ribeirão das Neves após permanecer foragido da Justiça por quase 19 anos. A captura foi realizada em uma ação conjunta do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

O crime ocorreu em 2007, quando a vítima, também detenta, foi brutalmente agredida por três presos com socos, chutes e choques elétricos. De acordo com as investigações, os autores ainda tentaram impedir os pedidos de socorro da vítima. O homem chegou a receber atendimento médico, mas morreu no dia seguinte em decorrência dos ferimentos.

O suspeito foi julgado em maio deste ano e condenado a 18 anos de prisão, em regime inicialmente fechado. Além da condenação pelo homicídio, ele já possuía antecedentes por crimes como latrocínio e feminicídio.

A prisão ocorreu em Ribeirão das Neves, onde o condenado foi localizado após trabalho integrado entre o MPMG e a Polícia Civil. Dos três condenados pelo assassinato, um continua foragido.

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Professores e estudantes do Campus Ribeirão das Neves do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) manifestaram repúdio à atuação da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) durante uma ocorrência registrada na última sexta-feira (9). A ação aconteceu após a direção da instituição acionar a corporação diante de denúncias de que alunos estariam com bebidas alcoólicas nas mochilas.
Segundo um professor ouvido pela Itatiaia, que preferiu não se identificar, a entrada dos militares foi autorizada pela direção do campus. Durante a operação, policiais entraram nas salas de aula, revistaram mochilas e pertences dos estudantes e conduziram quatro alunos para o pátio da escola.
De acordo com o docente, a forma como a abordagem foi realizada causou constrangimento aos adolescentes, muitos deles menores de idade.

"Nós ficamos absolutamente contra a forma como a situação foi conduzida. Eram menores de idade sendo expostos, enquanto toda a escola assistia e apontava para eles", afirmou.

Após o episódio, professores divulgaram uma nota de repúdio, na qual defendem que o ambiente escolar deve priorizar medidas pedagógicas em vez de ações que possam criminalizar os estudantes.
No documento, os docentes ressaltam que adolescentes estão em processo de formação e que eventuais transgressões devem ser tratadas com diálogo, orientação, acolhimento e responsabilização, sem exposição pública ou intervenções consideradas incompatíveis com o ambiente educacional.
Até o momento, a direção do IFMG Campus Ribeirão das Neves e a Polícia Militar de Minas Gerais não haviam se manifestado oficialmente sobre o conteúdo da nota de repúdio e os procedimentos adotados durante a ocorrência.

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A atuação de organizações de agiotagem formadas por brasileiros e colombianos tem mobilizado as autoridades na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, além da cobrança de juros abusivos, as redes criminosas recorrem a ameaças, espancamentos, tortura e intimidação contra devedores em atraso.

Os levantamentos apontam que os suspeitos costumavam registrar as agressões em vídeo, compartilhando as imagens para disseminar o medo e coagir outros clientes inadimplentes. Em operação recente realizada na Grande BH, as forças de segurança prenderam 14 integrantes do esquema, incluindo cidadãos nacionais e estrangeiros.

Especialistas alertam que o recurso ao mercado ilegal de crédito costuma ocorrer quando as alternativas financeiras formais já se esgotaram. Como a prática de agiotagem configura crime, a Polícia Civil reforça a importância de que os lesados denunciem os casos, permitindo o avanço dos inquéritos e o desmonte de novas células criminosas.

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Irmã da vítima relatou ter visto a cunhada entregar uma arma a um desconhecido após os disparos

Um homem de 34 anos foi morto a tiros na madrugada desta sexta-feira (10/7), no Bairro Belo Vale, em Ribeirão das Neves.
Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 0h20, na Avenida Vinte e Um de Abril. A irmã da vítima, de 38 anos, contou aos policiais que ouviu diversos disparos de arma de fogo e, em seguida, percebeu pessoas correndo em direção a um beco. Ao sair de casa, encontrou o irmão caído na rua.

Ainda conforme o relato da mulher, ela viu a namorada da vítima entregando uma arma para uma pessoa desconhecida. A testemunha afirmou ainda que a companheira do irmão é envolvida com o tráfico de drogas em outro aglomerado da região.
De acordo com a PM, o homem já havia sobrevivido a uma tentativa de homicídio anteriormente. Durante os levantamentos, os militares localizaram um veículo abandonado em uma área de mata nos fundos da rua onde ocorreu o assassinato.

Pouco depois, uma equipe abordou um homem que conduzia uma motocicleta em uma estrada de terra próxima ao local. Aos policiais, ele afirmou que havia recebido mensagens para buscar os suspeitos do crime nesta mata e levá-los até o Bairro São Judas Tadeu.

A perícia da Polícia Civil constatou que a vítima foi atingida por três disparos no tórax e por vários tiros na cabeça e no rosto. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), e a motocicleta foi apreendida.

A ocorrência não informa se o motociclista foi preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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O filho de 6 anos de Paola Stephanie Neto Cirino, de 30 anos, diarista presa pelo assassinato de um casal de idosos em Belo Horizonte, passará por tratamento e acompanhamento psicológico. A informação foi confirmada por familiares da criança, que ressaltaram que, apesar do forte abalo e da complexidade da situação, o menino está sob os cuidados da família e passa bem.
A criança estava com a mãe em um quarto de hotel quando os policiais civis efetuaram a prisão da investigada. Diante do cenário hostil e do impacto emocional sofrido pelo menor, parentes decidiram agir rapidamente para iniciar o suporte profissional de saúde mental.

Paola Stephanie foi detida sob a suspeita de matar a facadas o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel, de 76, dentro do apartamento onde as vítimas moravam, no bairro Santo Agostinho, região Centro-Sul de Belo Horizonte.
Em conversas informais com as autoridades logo após ser capturada, a diarista alegou ter agido sob um "surto psicótico" e afirmou que ouvia vozes que a orientavam a cometer o crime. Contudo, em depoimento formal durante o auto de prisão em flagrante, ela optou por permanecer em silêncio por orientação de sua defesa.
A Polícia Civil descobriu que a investigada permaneceu cerca de oito horas no apartamento do casal, de onde levou relógios, bolsas e celulares, posteriormente vendidos por R$ 3 mil. A perícia técnica da polícia confirmou, ainda, que as vítimas haviam sido dopadas com clonazepam antes do ataque fatal. A defesa da suspeita informou que aguardará o avanço do processo para apresentar formalmente as teses defensivas perante o Judiciário.

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Uma grande operação da Polícia Civil de Minas Gerais desarticulou uma organização criminosa com forte atuação no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A ação teve como um dos focos principais o município de Ribeirão das Neves, onde os líderes do grupo concentravam o controle da distribuição de entorpecentes, além de Belo Horizonte, Betim, Contagem e Santa Luzia.
No total, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 7,7 milhões em bens e contas bancárias ligadas aos suspeitos.

Os irmãos Thiago da Silva Cabral e Paulo Henrique da Silva foram presos e apontados pelas investigações como os chefes do esquema.
Segundo a polícia, a dupla comandava diretamente as atividades ilícitas em Ribeirão das Neves e na região Norte da capital, utilizando o lucro do tráfico para financiar uma vida de ostentação.
Os suspeitos agiam como influenciadores digitais nas redes sociais, exibindo carros de luxo, viagens e maços de dinheiro. Essa exposição chamou a atenção das autoridades, que iniciaram uma investigação de três meses.
De acordo com o delegado Domiciano Monteiro, os irmãos utilizavam uma rede de laranjas — incluindo familiares e companheiras — e empresas de fachada para lavar o dinheiro de origem criminosa. Cerca de 20 pessoas são investigadas por participação no esquema.
Além do tráfico, a organização é suspeita de praticar agiotagem e extorsão na região. Mensagens interceptadas revelaram cobranças de juros abusivos e ameaças. Diversos veículos apreendidos pertenciam a vítimas que entregaram os bens por não conseguirem quitar as dívidas com os criminosos.
A ofensiva mobilizou 60 policiais civis e contou com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de aeronaves.
Foram apreendidos seis carros de luxo, uma moto e duas motos aquáticas.
Os líderes presos já tinham um extenso histórico criminal, com passagens por homicídio, roubo, receptação, porte ilegal de arma e sequestro.

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A diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, deu entrada no Presídio José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves, nesta quinta-feira (2). Ela é suspeita de dopar, roubar e matar o advogado Cláudio Atala Inácio e a esposa, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, na última segunda-feira (29).

A mulher foi presa na noite de quarta-feira (1º), em Itabira, na Região Central de Minas Gerais, após investigações da Polícia Civil.

Segundo a apuração, o crime ocorreu no apartamento do casal, no bairro São Pedro, em Belo Horizonte. A suspeita estava no primeiro dia de trabalho como diarista, após ter sido indicada por um familiar de uma das vítimas.

De acordo com a investigação, ela matou o casal com cerca de 50 facadas, tomou banho no imóvel, vestiu roupas da vítima e deixou o local levando joias, relógios e outros bens, que teriam sido negociados posteriormente no Centro da capital.

A suspeita permanece presa em Ribeirão das Neves e deve passar por audiência de custódia nesta sexta-feira (3), quando a Justiça decidirá sobre a manutenção da prisão.

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Um jovem de 26 anos sobreviveu a uma tentativa de homicídio na noite dessa quinta-feira (2/7), no bairro Jardim de Alá, em Ribeirão das Neves. A vítima caminhava acompanhada da mãe, de 46 anos, pela Avenida Ouro Verde, quando foi surpreendida pelo atirador.

Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, um motociclista se aproximou da dupla, desembarcou do veículo e disparou diversas vezes contra o homem, fugindo logo em seguida.

A vítima foi atingida por seis projéteis, que perfuraram o braço, a perna, as costas e o abdômen. O primeiro atendimento de emergência foi realizado na UPA Justinópolis, em Ribeirão das Neves. Devido à gravidade das lesões, o paciente precisou ser transferido para o Hospital Risoleta Tolentino Neves, na capital mineira, onde permanece sob cuidados médicos.

Em depoimento aos militares, o jovem afirmou não ter reconhecido o executor, mas apontou que possui desavenças antigas com um traficante do Aglomerado da Mina, localizado no bairro Sônia, também em Ribeirão das Neves.

A PM montou uma operação de rastreamento por toda a região e recolheu imagens de circuitos de segurança de comércios locais para tentar identificar a rota de fuga do criminoso. Até o momento, nenhum suspeito foi preso. O caso segue sob investigação da Polícia Civil do município.

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