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Educação

A Prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Educação, inicia nesta quarta-feira (11/2) o cadastramento permanente para a fila de espera em creches da rede municipal. O processo, voltado para o ano letivo de 2026, é destinado a crianças com idades entre 4 meses e 3 anos e 11 meses.

O cadastro será realizado exclusivamente de forma on-line, sempre às quartas-feiras, das 8h às 17h. O prazo final para as inscrições deste ciclo vai até o dia 16 de setembro.

Informações importantes: É essencial que os pais ou responsáveis preencham os dados de contato (telefone e e-mail) com precisão, pois é por meio deles que a instituição convocará os selecionados.

A fila de espera gerada por este cadastro terá validade até setembro de 2026. Caso a criança não seja contemplada com uma vaga dentro deste período, será necessário realizar uma nova inscrição para o ano letivo de 2027.

A administração municipal reforça que a iniciativa visa organizar a demanda e ampliar o acesso à educação infantil, garantindo transparência no atendimento às famílias de Neves.

O quê: Cadastro permanente para creches (2026).

Quando: Quartas-feiras, das 8h às 17h.

Público: Crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses.

Dúvidas: Secretaria de Educação – (31) 3625-4549.

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A Cidade dos Meninos, em parceria com o Sistema Divina Providência, está com inscrições abertas para diversos cursos profissionalizantes voltados à capacitação de jovens e adultos em Ribeirão das Neves. As formações são gratuitas e oferecem turmas nos turnos da manhã e da tarde.

Entre os cursos disponíveis estão:
- Cozinheiro Básico
- Bombeiro Hidráulico
- Eletricista Predial
- Manutenção Fotovoltaica
- Tornearia

A iniciativa visa ampliar as oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, especialmente em áreas técnicas e de alta demanda.

Os interessados podem obter mais informações pelos telefones (31) 3614-9157 e (31) 3626-9106, de segunda a sexta-feira.

As vagas são limitadas, e as aulas acontecem na própria unidade da Cidade dos Meninos, tradicional instituição de ensino e formação profissional na região.

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Ao longo do ano de 2025, a Biblioteca Semifusa consolidou-se como um espaço estratégico para o debate sobre igualdade e justiça social em Ribeirão das Neves. Sob a coordenação da professora e escritora Andréia Antônia, o projeto "Estudos Antirracistas" promoveu uma série de encontros que uniram literatura, arte e diálogo intergeracional para enfrentar um dos maiores desafios da sociedade brasileira: o reconhecimento e o combate ao racismo estrutural.

A iniciativa focou na construção coletiva do conhecimento através de metodologias dinâmicas, com atividades realizadas individualmente e em grupos. O público, composto majoritariamente por estudantes da rede regular de ensino — abrangendo desde crianças e adolescentes até adultos —, encontrou nos encontros um ambiente seguro para a reflexão crítica.

Literatura como base e o nascimento de um Mangá:
Um dos grandes destaques do ciclo de 2025 foi a introdução de obras fundamentais para a formação de uma consciência antirracista. Foram introduzidas leituras coletivas de obras de autores como Laurentino Gomes (Escravidão), Frantz Fanon (Pele Negra, Máscaras Brancas) e bell hooks (Tudo Sobre o Amor). As discussões e análises dessas leituras estão em andamento e serão concluídas no próximo ano.

Como resultado prático do projeto de estudos antirracistas, surge um fruto literário inédito - um mangá em fase de criação. A obra está sendo desenvolvida por um dos participantes do projeto, a partir da sugestão e sob a orientação da professora Andreia Antônia. Em linguagem visual e narrativa, o mangá traduz parte dos debates desenvolvidos ao longo dos encontros, constituindo-se como uma ferramenta de comunicação potente para sensibilizar outros jovens e educadores sobre o racismo estrutural e estimular atitudes que visam ao seu enfrentamento, promovendo uma postura antirracista em sociedade.

Compromisso renovado para 2026 - o encerramento das atividades de 2025 não marcou um fim, mas sim um novo ponto de partida. Diante da relevância da pauta e do engajamento dos alunos, já foram firmados compromissos para a continuidade da iniciativa em 2026.

Para a professora Andréia Antônia e os organizadores da Biblioteca Semifusa, a manutenção do projeto é essencial para fortalecer práticas educativas que promovam a equidade e a formação de cidadãos mais críticos e preparados para atuar na desconstrução de preconceitos no cotidiano da cidade.

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