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Cidade

O Governo de Minas Gerais formalizou, nesta segunda-feira (9), um Acordo de Cooperação Técnica com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para expandir o sistema de transporte sobre trilhos na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A parceria visa o aperfeiçoamento de projetos técnicos, a definição de métodos construtivos e a elaboração do Termo de Referência para as futuras Linhas 3 e 4.
Viabilizado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) e pela Codemge, o acordo prevê um aporte de R$ 500 mil. O montante será gerido pelo BID para a contratação de consultorias especializadas que irão consolidar estudos anteriores, definir a localização das estações e avaliar os impactos socioambientais e de mobilidade.

Detalhes dos Projetos

As novas frentes de expansão buscam conectar pontos estratégicos da capital e cidades vizinhas:
Linha 3 (Savassi–Lagoinha): Com investimento estimado em R$ 4,8 bilhões, o trecho terá 4,23 km de extensão e seis estações. A expectativa é atender 93 mil passageiros diariamente até 2035, com possibilidade de futuras expansões para os bairros Sion e Belvedere (Sul) ou Caiçara (Norte).
Linha 4 (Contagem–Betim): O projeto prevê 22,6 km de extensão e 18 estações, ligando Contagem ao Terminal Betim via Avenida Marco Túlio Isaac. Orçada em R$ 4,5 bilhões, a linha deve integrar os sistemas de Trem Metropolitano e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Ribeirão das Neves de fora do planejamento

Apesar do avanço no eixo Oeste e na região central da capital, o atual pacote de estudos não contempla o atendimento a Ribeirão das Neves. O município, que possui uma das maiores demandas de transporte pendular da RMBH, permanece fora do traçado ferroviário prioritário desta nova fase de expansão.
De acordo com o vice-governador Mateus Simões, a estruturação destas novas linhas ocorre simultaneamente à execução dos contratos das Linhas 1 e 2. O secretário de Infraestrutura, Pedro Bruno, destacou que a experiência internacional do BID será fundamental para garantir a viabilidade técnica e atrair futuros investidores no processo de concessão.
A reunião de oficialização contou com prefeitos de Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima, além de representantes da Agência de Desenvolvimento da RMBH, consolidando o alinhamento político para o transporte metropolitano.

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Uma ação realizada pela Polícia Militar, em conjunto com a Guarda Municipal e agentes de trânsito, resultou na remoção de 91 veículos abandonados em vias públicas de Ribeirão das Neves, nesta terça-feira, 24. A iniciativa fez parte da Operação Limpa Via, que percorreu ruas das três regiões do município.


Durante a operação, as forças de segurança recolheram automóveis em situação de abandono que, além de representarem riscos à saúde pública, podem se tornar focos de proliferação de doenças como a dengue. Os veículos também contribuem para a sensação de insegurança e podem ser utilizados para práticas delituosas.


A atuação integrada reforça o compromisso das autoridades com a organização urbana e a proteção da população. As forças de segurança orientam que proprietários de veículos abandonados providenciem a retirada dos automóveis das vias públicas, evitando a adoção de medidas administrativas e outras penalidades previstas em lei.

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De acordo com reportagem da CNN, fundamentada em dados do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) e do Censo 2022 (IBGE), coloca Ribeirão das Neves em uma posição crítica no cenário nacional de vulnerabilidade a desastres naturais:
Posição no Ranking: Ribeirão das Neves ocupa a 7ª posição no Brasil entre os municípios com o maior número de pessoas vivendo em áreas de risco.
População Exposta: O município possui 179.314 moradores em locais suscetíveis a deslizamentos, enxurradas e inundações.
Contexto Estadual: A cidade é a segunda com maior número absoluto de pessoas em risco em Minas Gerais, ficando atrás apenas da capital, Belo Horizonte (que ocupa o 4º lugar nacional com 389.218 pessoas).
Destaques Relevantes:

Prioridade de Gestão: Por estar nesta lista, o município é classificado como uma das áreas que devem ser priorizadas pela União em ações de gestão de riscos e resposta a desastres.
Cenário Regional: Minas Gerais é o terceiro estado brasileiro com mais pessoas em áreas de risco (mais de 1,4 milhão), e a concentração dessas populações em cidades como Ribeirão das Neves, BH e Juiz de Fora explica a gravidade dos impactos durante os períodos de chuvas intensas no estado.
A matéria destaca que esses números foram atualizados em 2023 e servem de alerta para a necessidade de planos de contingência e obras de infraestrutura para proteger essas quase 180 mil pessoas no município.

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Iniciativa "Moradas Gerais" oferece reformas gratuitas para famílias de baixa renda; pré-cadastro presencial acontece neste sábado (28), em Justinópolis.

O município de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, recebe nesta semana uma importante ação voltada para a dignidade habitacional. O programa Moradas Gerais Melhorias Habitacionais, uma iniciativa do Governo de Minas Gerais, chega à cidade com o objetivo de reformar moradias de famílias em situação de vulnerabilidade social.
O programa foca em intervenções essenciais que garantem segurança e qualidade de vida, combatendo a precariedade das habitações. Entre os serviços oferecidos estão reparos em telhados, adequação de pisos, pintura, impermeabilização e instalações elétricas e hidráulicas básicas.

Quem pode participar?
Para ter acesso ao benefício, os interessados devem cumprir critérios específicos estabelecidos pelo programa:

Cadastro Social: Estar devidamente inscrito no CadÚnico.
Renda: Possuir renda per capita de até meio salário mínimo.
Propriedade: Morar em imóvel próprio que apresente necessidade real de reparos.

Pré-cadastro em Justinópolis
A primeira etapa para as famílias que desejam transformar seus lares será o pré-cadastro presencial, que acontece no próximo sábado, dia 28 de fevereiro. A mobilização será realizada no distrito de Justinópolis, no Instituto O GRITO, entre 10h e 15h.

A equipe do programa orienta que os moradores compareçam portando documentos pessoais e comprovantes que atestem os requisitos exigidos.
Serviço: Pré-cadastro Moradas Gerais em Ribeirão das Neves
Data: 28 de fevereiro (sábado)
Horário: Das 10h às 15h
Local: Instituto O GRITO – Justinópolis
Informações oficiais: social.mg.gov.br
A chegada do Moradas Gerais a Ribeirão das Neves representa um passo significativo para fortalecer os núcleos familiares da região, transformando estruturas físicas em lares mais seguros e saudáveis para a população nevense.

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A divulgação de um novo levantamento nacional sobre populações em áreas de risco acendeu o alerta em diversas cidades mineiras. Embora Juiz de Fora tenha ganhado destaque como a 9ª cidade do país com maior número de pessoas em locais vulneráveis, a realidade de Ribeirão das Neves também exige atenção redobrada das autoridades e da população local.

Em Minas Gerais, o cenário é crítico: o estado possui o maior número de municípios monitorados pelo governo federal. Para Ribeirão das Neves, uma cidade marcada por um crescimento urbano acelerado e topografia acidentada, os dados reforçam a urgência de investimentos em drenagem e contenção de encostas.

O Cenário em Neves: Encostas e Inundações

Diferente de cidades com grandes bacias hidrográficas, o risco em Ribeirão das Neves divide-se em dois principais eixos:

Deslizamentos: Devido à ocupação de morros em bairros com relevo íngreme, especialmente nas regiões de Justinópolis e do Centro, onde a autoconstrução sem acompanhamento técnico eleva o risco geológico em períodos de chuva intensa.

Inundações: Problemas históricos em áreas próximas a córregos que cortam a cidade, onde o transbordamento atinge residências e comércios de forma recorrente durante o verão.

Conexão com as Prioridades Políticas

O debate ganha força diante do Projeto de Lei nº 005/2026, que propõe a venda de terrenos públicos na cidade. Especialistas em urbanismo questionam se parte desses recursos — ou das próprias áreas — não deveria ser destinada à realocação de famílias que hoje vivem em áreas de "risco muito alto" (R4), onde a intervenção de engenharia já não é mais suficiente.

Recentemente, a prefeitura justificou a venda de imóveis públicos como forma de arrecadar para "infraestrutura urbana". A população agora cobra que essa infraestrutura priorize a segurança habitacional, evitando tragédias como as que ocorrem anualmente em Minas Gerais.

O que diz a Defesa Civil Local

A Defesa Civil de Ribeirão das Neves mantém o monitoramento constante das manchas de inundação e áreas de instabilidade. A recomendação para os moradores de áreas críticas permanece a mesma:

Observar o surgimento de fendas, trincas ou estalos nas paredes;

Ficar atento ao aparecimento de águas barrentas na base de encostas;

Em caso de emergência, acionar imediatamente o 199.

Números que Assustam

Embora Neves não figure no "Top 10" nacional como Juiz de Fora ou Belo Horizonte, a cidade faz parte do cinturão metropolitano que sofre com a precariedade do solo. Minas Gerais concentra quase 15% de toda a população brasileira que vive em áreas de risco, o que coloca a gestão de desastres no centro do planejamento de qualquer gestor público nevense para 2026.

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Um relatório enviado pela Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG) ao Tesouro Nacional aponta que Minas Gerais iniciou o ano de 2026 sem recursos em caixa, ocupando a pior posição fiscal entre todas as unidades da federação do país.

De acordo com o documento, que reúne o balanço consolidado das contas públicas de 2025, a disponibilidade de caixa líquida do estado é negativa em mais de R$ 11 bilhões. O indicador considera o dinheiro disponível após o desconto das obrigações financeiras já assumidas pelo governo.

Além disso, o relatório apresenta outros dados relevantes sobre a saúde fiscal de Minas, como despesas com pessoal, dívida consolidada e capacidade de pagamento. Para 2026, o déficit previsto é de aproximadamente R$ 5 bilhões.

Outro fator de pressão é a dívida de Minas Gerais com a União, que chega a R$ 187 bilhões. Com a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), o estado poderá parcelar o débito em até 30 anos, com possibilidade de redução de juros mediante investimentos em áreas estratégicas, como segurança pública e educação.

Em nota, o governo de Minas Gerais afirmou que a indisponibilidade de caixa líquida se refere especificamente aos recursos não vinculados, ou seja, receitas livres, sem destinação obrigatória. O Executivo também destacou que o cálculo considera passivos herdados de gestões anteriores, que foram renegociados e impactam diretamente o indicador fiscal atual.

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