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Economia

O Banco Central (BC) anunciou mudanças nas regras do Pix com o objetivo de ampliar as funcionalidades do sistema, reforçar a segurança e aperfeiçoar a participação das instituições financeiras.

Entre as novidades está a autorização para o uso do Pix Automático em contas-salário, a partir de julho de 2027. A modalidade permite a realização de pagamentos recorrentes de forma automática, mediante autorização prévia do usuário.

Outra mudança é a regulamentação da chamada cobrança híbrida, que permite reunir o boleto e o QR Code do Pix em um mesmo documento. A medida busca reduzir o risco de pagamentos indevidos ou em duplicidade. As novas regras entram em vigor em fevereiro de 2027.

O BC também estabeleceu critérios para a participação das instituições no sistema. Empresas com mais de 500 mil contas ativas poderão ser dispensadas da participação obrigatória quando o perfil dos clientes ou o modelo de negócio não justificar o acesso à infraestrutura do Pix.

Segundo o Banco Central, as alterações fazem parte do processo de aperfeiçoamento do sistema de pagamentos e buscam adequar as regras à evolução das diferentes formas de utilização do Pix.

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Uma aposta registrada em Ribeirão das Neves, acertou cinco das seis dezenas sorteadas no concurso 3.060 da Mega-Sena, realizado no domingo (20). O bilhete garantiu um prêmio de R$ 32.111,66.
De acordo com o BHAZ, três apostas mineiras feitas em Ribeirão das Neves, João Monlevade e Uberlândia acertaram a quina e receberam o mesmo valor. Uma quarta aposta, registrada em Minas Novas, também acertou cinco números, mas foi realizada em um bolão, com oito números e 20 cotas, garantindo R$ 96.334,80 ao grupo.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 3.060. Com isso, o prêmio principal da Mega-Sena acumulou e está estimado em R$ 32 milhões para o próximo sorteio, marcado para terça-feira (22).
A Mega-Sena permite apostas com seis a 20 números. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6 e também concorre às faixas de premiação para quatro e cinco acertos.
A aposta vencedora de Ribeirão das Neves integra a lista de cidades mineiras contempladas pela quina neste concurso.

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A Azul Viagens, operadora de turismo da companhia aérea Azul, acelerou o plano de expansão no Brasil neste segundo semestre. Entre as novas unidades abertas pelo país, Minas Gerais foi o principal foco dos investimentos, recebendo cinco novas lojas incluindo uma unidade em Ribeirão das Neves.
A inauguração em Neves marca a chegada de um atendimento presencial especializado em turismo para os moradores do município, que passa a contar com acesso facilitado a pacotes de viagens, passagens aéreas, hospedagens e ingressos para atrações nacionais e internacionais.
A abertura da unidade nevense faz parte da estratégia da empresa de se aproximar dos clientes da Região Metropolitana de Belo Horizonte e do interior do estado.
Para a população de Ribeirão das Neves, a novidade traz praticidade na montagem de itinerários de férias e viagens de negócios, além de aproveitar a proximidade geográfica da cidade com o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte (em Confins), o principal hub de conexões da Azul na região.

Endereço e atendimento em Ribeirão das Neves

Endereço: Rua José Maria Alkimim, nº 70, Bairro São Pedro – Ribeirão das Neves/MG.
Funcionamento: Segunda a sexta-feira, em horário comercial, e sábados pela manhã.
Além de Ribeirão das Neves, o movimento de expansão em Minas Gerais contemplou unidades em municípios como Brumadinho e São Sebastião do Paraíso, além de novas operações no interior de São Paulo, Santa Catarina e Sergipe. Com as aberturas, a Azul Viagens ultrapassa a marca de 130 lojas exclusivas em todo o território nacional.

 

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Contribuintes e comerciantes de Ribeirão das Neves ganharam mais prazo para quitar taxas municipais referentes ao exercício de 2026. A Prefeitura prorrogou o vencimento dos tributos para 15 de dezembro deste ano.

A medida foi estabelecida por decreto municipal após solicitação da Secretaria Municipal de Fazenda (SEMFA). Até a nova data, os pagamentos poderão ser realizados sem a cobrança de encargos.

A prorrogação vale para quatro taxas municipais:

Taxa de Fiscalização Sanitária;
Taxa de Fiscalização do Funcionamento;
Taxa de Fiscalização de Anúncio;
Taxa de Licença para Utilização de Área de Domínio Público.

O novo prazo atende contribuintes e comerciantes que ainda não regularizaram os débitos referentes a 2026.

Após 15 de dezembro, os valores em aberto estarão sujeitos à correção monetária com base na variação do IPCA, além da cobrança de juros de mora e multa.

A Prefeitura orienta os contribuintes de Ribeirão das Neves a observarem o novo prazo para evitar custos adicionais na regularização das taxas.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quinta-feira (10), a medida que acaba com a cobrança de 20% do Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50, popularmente conhecida como "taxa das blusinhas".
A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional na semana passada, após articulação do Palácio do Planalto com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP).

A alíquota zero aplica-se exclusivamente aos tributos federais. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual e do Distrito Federal, continuará a incidir sobre as operações de importação.
Além disso, a legislação isenta do imposto a importação de medicamentos sem similar nacional destinados ao tratamento de doenças raras ou negligenciadas, bem como medicações aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A tributação de 20% sobre as compras internacionais no valor de até US$ 50 havia sido sancionada originalmente em 2024. Em maio deste ano, contudo, o Poder Executivo editou uma medida provisória para zerar novamente o tributo.

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A equipe econômica do governo federal informou, nesta segunda-feira (24), que o salário mínimo projetado para 2027 será de R$ 1.741. A declaração foi feita pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. O novo valor constará na proposta do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que o Poder Executivo deve enviar ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto.

A estimativa representa um reajuste de 7,4% em relação ao salário mínimo vigente em 2026, fixado em R$ 1.621. A correção do piso nacional impactará diretamente o pagamento de benefícios trabalhistas, previdenciários e assistenciais vinculados ao salário mínimo, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o seguro-desemprego e o abono salarial.

Após o envio da peça orçamentária pelo Executivo, o texto será submetido à análise e votação de deputados federais e senadores. A Câmara e o Senado têm até o encerramento da sessão legislativa de dezembro para deliberar e aprovar a proposta final. O PLOA define as diretrizes financeiras da União para o ano seguinte, estabelecendo as projeções de arrecadação e a destinação dos recursos públicos.

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A taxa de desocupação em Minas Gerais fechou o segundo trimestre de 2026 em 3,8%, uma queda de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, quando figurava em 5%. O resultado iguala o menor nível da série histórica iniciada em 2012, registrado anteriormente no 4º trimestre de 2025, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o desemprego em Minas permanece abaixo da média nacional. No Brasil, a taxa alcançou 5,4% no período, recuo de 0,7 ponto percentual na mesma base de comparação. Na comparação com o segundo trimestre de 2025, a taxa de desocupação caiu 0,2 ponto percentual no estado e 0,4 ponto percentual no país.

No segundo trimestre de 2026, a força de trabalho mineira era composta por cerca de 11,45 milhões de pessoas alta frente aos 11,3 milhões do trimestre anterior e estabilidade estatística em relação ao mesmo período de 2025 (11,5 milhões). Do total da força de trabalho, 11 milhões de pessoas estavam ocupadas e 437 mil, desocupadas.

Já o nível de ocupação percentual de pessoas ocupadas em relação à população em idade de trabalhar atingiu 61,6% em Minas Gerais. O indicador avançou 1,1 ponto percentual ante o primeiro trimestre de 2026 (60,5%), mas recuou no confronto com o segundo trimestre do ano anterior (63%).

De acordo com o analista do IBGE no estado, Leonardo Carrilho, a redução do desemprego no segundo trimestre reflete um movimento sazonal do mercado de trabalho.

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De acordo com reportagem do Diário do Comércio, o setor varejista em Minas Gerais registrou um crescimento expressivo de 8,3%, movimentando o montante de R$ 60,2 bilhões. O avanço reflete o aquecimento do consumo e beneficia diretamente municípios estratégicos, como Ribeirão das Neves.

Com o setor de comércio e serviços em plena expansão, Neves se consolida como peça-chave no abastecimento regional, impulsionada tanto pelo fortalecimento do mercado consumidor local quanto pela atração de grandes centros de distribuição.

Impactos e Reflexos em Ribeirão das Neves

Fortalecimento do Comércio Local: O aumento da massa salarial e o avanço do poder de compra no estado refletem diretamente nas vendas dos bairros e corredores comerciais do município (como Justinópolis e o Centro).

Vetor Logístico e Vendas Digitais: O crescimento do e-commerce e de bens duráveis no Estado reforça a importância estratégica de Ribeirão das Neves, que abriga megacentros logísticos responsáveis por escoar produtos para toda a Grande BH.

Geração de Emprego e Renda: A alta no volume de vendas de setores como vestuário, calçados e eletrodomésticos aquece a contratação de mão de obra local no comércio e na cadeia de transportes.

Cenário geral do estado
Faturamento Total: R$ 60,2 bilhões injetados na economia mineira.

Alta do Setor: Crescimento de 8,3% impulsionado pela estabilidade do emprego e pelo uso de modalidades facilitadas de crédito, como o Pix e o parcelamento.

A expectativa para o segundo semestre é de continuidade no ritmo de vendas, favorecendo tanto os lojistas locais quanto os operadores logísticos instalados em Ribeirão das Neves.

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Minas Gerais ganhou destaque em uma reportagem publicada pela revista britânica The Economist na noite desta terça-feira (16). O estado foi retratado como uma representação fiel da diversidade geográfica, econômica e social do Brasil, mas também recebeu duras críticas em relação à sua situação fiscal, considerada pela publicação como um dos principais desafios para os próximos anos.

Segundo a reportagem, Minas Gerais, segundo estado mais populoso do país, desempenha papel estratégico no cenário nacional e tem histórico de influenciar os resultados das eleições presidenciais desde a redemocratização. Para a revista, o território mineiro reflete características encontradas em diversas regiões brasileiras, o que faz do estado uma espécie de retrato do país.

Apesar dos elogios à relevância política e econômica de Minas, a publicação destacou que as finanças estaduais estão em situação crítica. De acordo com a análise, o próximo governador eleito terá a tarefa de promover ajustes severos nas contas públicas para enfrentar um quadro fiscal considerado preocupante.

A revista atribui parte dos problemas ao acúmulo de déficits previdenciários ao longo dos anos, apontando que a falta de provisionamento adequado das aposentadorias contribuiu para o agravamento das contas estaduais. Ainda segundo a reportagem, o elevado comprometimento da receita com o pagamento de juros reduz a capacidade do governo de realizar investimentos e ampliar gastos discricionários.

Outro ponto abordado foi a infraestrutura rodoviária. A publicação criticou as condições de importantes estradas que cortam o estado e apontou desafios logísticos que impactam a competitividade da economia mineira.

A exploração de recursos naturais também foi alvo de análise. Minas Gerais é um dos principais produtores brasileiros de minério de ferro, nióbio e grafite, mas a revista observa que grande parte dessa produção é destinada à exportação sem passar por processos mais avançados de industrialização, limitando a geração de valor agregado dentro do próprio estado.

Ao relacionar a situação mineira ao contexto nacional, a reportagem citou projeções do Fundo Monetário Internacional, que indicam que a dívida pública bruta do Brasil poderá alcançar 107% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2031. A análise também destaca que as elevadas taxas de retorno oferecidas por aplicações financeiras acabam desestimulando investimentos produtivos em áreas como infraestrutura, pesquisa, desenvolvimento e modernização industrial.

A reportagem reforça que os desafios enfrentados por Minas Gerais refletem questões estruturais presentes em todo o país, colocando o estado no centro do debate sobre crescimento econômico, equilíbrio fiscal e desenvolvimento sustentável nos próximos anos.

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O setor supermercadista brasileiro caminha para uma de suas maiores movimentações dos últimos anos. O acordo entre o Supermercados BH e o Grupo DMA (controlador das bandeiras Epa e Mineirão Atacarejo) foi confirmado nesta quinta-feira (30) e promete criar uma potência com faturamento estimado em R$ 34,6 bilhões. O negócio agora aguarda o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Ascensão no Ranking Nacional


A projeção do faturamento conjunto foi realizada por Vinicius Carlos, economista da FCDL-MG, com base no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Atualmente, a rede de Pedro Lourenço (BH) ocupa a 4ª posição nacional, com R$ 25,7 bilhões em receitas. Já o Grupo DMA aparece na 14ª colocação, com R$ 8,9 bilhões.

Com a integração, a nova estrutura passaria a operar mais de 600 unidades, consolidando sua força no Sudeste e ganhando musculatura para expansão na região Nordeste.

Impactos no mercado e no bolso do consumidor

A sinergia entre as redes gera uma balança de prós e contras para a economia local:

Preços competitivos: Para o consumidor final, a fusão pode significar preços menores. O ganho de escala permite que a gigante negocie com fornecedores em condições muito mais vantajosas, reduzindo custos operacionais e logísticos.

Melhoria na experiência: Em nota oficial, o Supermercados BH afirmou que o objetivo é "potencializar ganhos de escala e fortalecer a capacidade de atendimento", com foco na ampliação do mix de produtos.

Alerta de concentração: O mercado, porém, acende um sinal de alerta. Pequenos fornecedores e microempresas podem enfrentar uma pressão agressiva por preços. Além disso, o Cade deve analisar se a redução da concorrência em determinadas regiões prejudicará a diversidade de ofertas.

Reação do público

Nas redes sociais, o anúncio dividiu opiniões. Enquanto parte dos clientes celebra a expectativa de melhorias na qualidade de setores como hortifrúti e açougue, outros temem que o domínio de mercado resulte em menos opções de escolha para o cidadão mineiro.

A concretização do negócio marca um passo estratégico para o varejo mineiro, colocando o estado em posição de destaque absoluto no cenário nacional de suprimentos.

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Ribeirão das Neves está entre as primeiras cidades do país a receber o novo ciclo de modernização da rede móvel da TIM. O município integra o plano estratégico da operadora para a Grande Belo Horizonte, que visa atualizar as tecnologias 4G e 5G em pontos-chave da região até agosto deste ano.

A iniciativa faz parte de um cronograma nacional que abrange 15 capitais e suas áreas metropolitanas. Além de Ribeirão das Neves, cidades vizinhas como Santa Luzia, Vespasiano e Sabará também recebem as melhorias, que prometem maior estabilidade de sinal, maior velocidade de navegação e uma gestão de rede mais eficiente.

Para os usuários de Ribeirão das Neves, a atualização significa uma preparação da infraestrutura local para a alta demanda de dados. A modernização utiliza equipamentos de última geração fornecidos pela Huawei e Nokia, além da implementação de sistemas de Inteligência Artificial para otimizar o tráfego de informações e reduzir o consumo de energia das antenas.

Embora o investimento por município não seja detalhado, a ação está inserida no aporte global da companhia para 2024, estimado em R$ 4,5 bilhões. Na Grande BH, a operadora planeja atuar em 722 sites (pontos de transmissão), garantindo que a cobertura 5G acompanhe o crescimento urbano da região.

A escolha de Ribeirão das Neves para as fases iniciais do projeto reflete a importância estratégica da Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde a TIM detém 22,7% do mercado, segundo dados da Anatel. Com a conclusão das obras no segundo semestre, a expectativa é que os consumidores locais experimentem uma redução significativa em quedas de sinal e um ganho de performance em aplicativos que exigem alta latência, como jogos online e chamadas de vídeo.

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