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O caso ocorreu no bairro Cerejeira, em Ribeirão das Neves. A vítima, que já havia alertado sobre o risco da estrutura, conseguiu empurrar o filho para salvá-lo antes de ser atingida.
Uma moradora de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, viveu momentos de pânico ao ser atingida pelo desabamento do muro de um lote vizinho a uma escola estadual. O acidente, registrado por câmeras de segurança, ocorreu no bairro Cerejeira, no distrito de Justinópolis, no momento em que a mulher buscava o filho na instituição de ensino.

As imagens mostram o instante em que as placas de concreto cedem e caem diretamente sobre a vítima. Em um gesto de reflexo, a mãe conseguiu empurrar o filho para a rua antes de ser atingida, evitando que a criança também ficasse ferida. "Quando senti o muro, empurrei meu filho para a rua", relatou ela à equipe do MG Record.
A situação de precariedade da estrutura não era novidade para os moradores da região. A própria vítima afirmou que já havia alertado outras mães de alunos sobre o perigo iminente que o muro representava. Segundo a denúncia, a estrutura apresentava sinais visíveis de instabilidade há algum tempo, colocando em risco a segurança de quem transita diariamente pelo local para acessar a escola.
Após o incidente e a repercussão das imagens, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou que enviará uma equipe técnica ao local para avaliar as condições do terreno e do que restou da estrutura. O objetivo é adotar as medidas necessárias para garantir a segurança dos pedestres e evitar novos desabamentos.

Até o momento, não foram detalhadas informações sobre o estado de saúde atual da moradora ou se o proprietário do lote particular foi notificado para realizar reparos definitivos na área.

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A rotina de quem vive em Ribeirão das Neves e precisa se deslocar para outras cidades tem sido marcada por um desafio crescente: a fragmentação da mobilidade urbana. A falta de uma integração plena e eficiente entre os sistemas municipais e intermunicipais tem prolongado o tempo que o cidadão nevense passa dentro de ônibus ou em congestionamentos, impactando diretamente a qualidade de vida na cidade.

O Desafio da Integração

O fenômeno da "mobilidade fragmentada" ocorre quando diferentes sistemas de transporte não conversam entre si de forma fluida. Para o morador de Ribeirão das Neves, isso se traduz em esperas prolongadas em pontos de transbordo e na necessidade de múltiplas conexões para chegar a destinos simples.
Embora o Terminal Justinópolis tenha sido uma tentativa de centralizar o fluxo, a dependência de eixos saturados, como a LMG-806 e a BR-040, faz com que qualquer incidente nas vias principais gere um efeito cascata em todo o sistema de transporte da região.

Impacto no Relógio e no Bolso

Especialistas apontam que a fragmentação não custa apenas tempo, mas também produtividade. Muitos trabalhadores de Ribeirão das Neves gastam, em média, de três a quatro horas por dia no trajeto de ida e volta para Belo Horizonte ou Contagem.
A falta de uma bilhetagem única mais abrangente e de faixas exclusivas em toda a extensão dos trajetos intermunicipais são apontadas como as principais causas para que o transporte público perca eficiência. Sem alternativas rápidas, o volume de veículos individuais cresce, piorando o tráfego nas entradas e saídas do município.

Perspectivas para o Futuro

A solução para o isolamento provocado pela fragmentação passa por uma gestão metropolitana mais unificada. Moradores e lideranças locais defendem que Ribeirão das Neves precisa ser protagonista nas discussões sobre o Plano Diretor de Mobilidade, exigindo não apenas mais ônibus, mas vias de escoamento que não fiquem presas aos gargalos históricos da BR-040.
A expectativa da comunidade é que novos investimentos em infraestrutura e a revisão dos contratos de concessão priorizem a conectividade entre os bairros periféricos e os centros comerciais, reduzindo o isolamento de quem vive nas regiões mais afastadas do centro de Neves e de Justinópolis.

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Um problema estrutural na rodovia LMG-806, em Ribeirão das Neves, mobilizou equipes técnicas do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) nesta semana. O ponto crítico localiza-se no sentido Centro, logo após a referência do antigo motel, em um trecho de intenso fluxo de veículos.
Relatos de motoristas que trafegam pela região apontavam para a abertura de um buraco com aproximadamente 3 metros de profundidade. O temor inicial era de que a base da via estivesse gravemente comprometida, com sinais de asfalto oco, o que elevaria o risco de afundamento progressivo e acidentes, especialmente envolvendo motociclistas e veículos de carga.

A falta de visibilidade do problema à distância também foi um ponto de atenção levantado por condutores, que pediam sinalização urgente para evitar colisões ou quedas.

Avaliação Técnica e Diagnóstico
Após o acionamento dos órgãos competentes pela imprensa e autoridades locais, técnicos do DER-MG realizaram uma vistoria detalhada no trecho. Segundo o diagnóstico oficial, o problema foi classificado como um solapamento.

A análise técnica apontou que a erosão foi provocada por um formigueiro, cujas galerias internas, somadas ao volume das chuvas recentes, comprometeram a estrutura interna sob o asfalto. Apesar da aparência alarmante, a inspeção concluiu que:
Não há risco iminente de desabamento.
A segurança para veículos leves e pesados está garantida.

Próximos Passos e Solução

O DER-MG informou que o local receberá a sinalização adequada de segurança para orientar os motoristas até a conclusão dos trabalhos. A previsão é de que a manutenção seja finalizada e a situação completamente normalizada até a próxima segunda-feira.
A operação conta com o suporte da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) e o acompanhamento da Prefeitura de Ribeirão das Neves para garantir a agilidade nos reparos e a integridade da malha viária estadual que atende ao município.

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A Copasa executará, no próximo domingo (29/03/2026), uma importante etapa das obras de ampliação do Sistema Produtor Rio Manso, com a interligação de um trecho de adutora próximo ao Terminal de Cargas de Mário Campos. A intervenção integra o projeto de reforço do sistema e vai ampliar a resiliência operacional, fortalecendo a estrutura de abastecimento e contribuindo para aumentar a oferta de água para a população da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Esta é mais uma etapa de um empreendimento fundamental para a modernização da infraestrutura, bem como para garantir maior segurança operacional e assegurar um abastecimento cada vez mais confiável para a população.
Para a execução segura do serviço, será necessária uma parada programada do sistema entre o início da manhã e o final da tarde de domingo (29/03). Durante esse período, o abastecimento poderá apresentar intermitência em bairros de Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Contagem, Esmeraldas, Ibirité, Igarapé, Lagoa Santa, Mário Campos, Matozinhos, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, São Joaquim de Bicas, São José da Lapa, Sarzedo e Vespasiano.
A previsão é que os trabalhos sejam concluídos até o final da tarde do mesmo dia, quando o abastecimento começará a ser retomado de forma gradativa. Nas regiões mais elevadas e mais distantes do sistema, a normalização plena poderá ocorrer na noite de segunda-feira (30/03).
Durante a execução da obra, o atendimento por caminhão-pipa será priorizado para serviços essenciais.
A Copasa reforça que imóveis que possuem caixa d’água podem não sofrer impactos durante o período e orienta a população a utilizar a água de forma consciente e racional.

Bairros afetados em Ribeirão das Neves:

Alicante, Alterosa, Areias de Baixo, Barcelona, Bela Vista, Belvedere, Bom Sossego, Campos Silveira, Centro, Centro de Areias, Céu Anil, Chácaras Bom Retiro, Chácaras do Baú, Conjunto Habitacional Henrique Sapori, Conjunto Nova Pampulha, Distrito Industrial João de Almeida, Dona Clara, Dona Clarice, Dos Pereiras, Eliane, Elizabeth, Evereste, Fazenda Castro, Fazenda das Lages, Fazenda Severina, Félixlândia, Florença, Fortaleza, Franciscadriângela, Granjas Primavera, Havaí, Iolanda, Jardim Alvorada, Jardim Colonial, Jardim de Alá – 1ª Seção, Jardim Primavera, Jardim Verona, José Maria da Costa, Kátia, Lagoa, Landi I, Landi II, Laredo, Liberdade, Luana, Luar da Pampulha, Mangueiras, Maria Helena, Maria Helena II, Monte Verde, Nápoli, Neviana, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora das Neves, Nossa Senhora de Santana, Nossa Senhora de Santana II, Nova União, Novo América, Pedra Branca, Penha, Porto Seguro, Quintas do Lago, Quintas Vera Cruz, Rosana, Rosaneves, Rosimeire, San Genaro, San Marino, San Remo, Santa Branca, Santa Fé, Santa Izabel, Santa Margarida, Santa Marta, Santa Martinha, Santa Matilde, Santa Paula, Santinho, Santo Antônio, São Francisco de Assis, São Geraldo, São Januário, São João de Deus, São José, São Judas Tadeu, São Luiz, São Pedro, Savassi, Severina – 2ª Seção, Sevilha, Soares, Sônia, Status, Tancredo Neves, Tânia, Tocantins, Toni, Vale da Prata, Vale das Acácias, Vale Verde, Várzea Alegre, Veneza, Vereda, Vereda II, Verônica, Vila Aparecida, Vila Bispo de Maura, Vila Cacique, Vila Esplanada, Vila Henrique Sapori, Vila Hortinha, Vila Mariana, Vila Real, Xangrilá.

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Um levantamento recente do IPC Maps 2025, que analisa anualmente o potencial de consumo e o comportamento das famílias brasileiras, revelou um dado importante sobre os hábitos locais: Ribeirão das Neves ocupa a 9ª posição no ranking das cidades mineiras que mais gastam com bebidas alcoólicas.
A marca coloca o município em destaque em um cenário de crescimento generalizado do setor. Em 2025, o segmento de bebidas alcoólicas registrou uma alta de 11,3% no Brasil, saltando de R$ 36,4 bilhões para R$ 40,5 bilhões em gastos familiares.

O Cenário em Minas Gerais

Minas Gerais é o segundo estado brasileiro com maior despesa no setor, movimentando R$ 4,2 bilhões, ficando atrás apenas de São Paulo. Dentro desse montante, Ribeirão das Neves aparece logo atrás de Divinópolis (8º) e à frente de Ipatinga (10º) no "Top 10" estadual.
Confira o ranking das cidades com maior consumo em MG:

Belo Horizonte
Uberlândia
Contagem
Juiz de Fora
Uberaba
Betim
Montes Claros
Divinópolis
Ribeirão das Neves
Ipatinga

Tendência de Consumo e Impacto Econômico

O posicionamento de Ribeirão das Neves no ranking reflete não apenas o tamanho de sua população, mas também uma tendência de mercado observada nos últimos cinco anos. Em cidades vizinhas, como Divinópolis, o gasto acumulado no período ultrapassou a marca dos R$ 300 mil, evidenciando a força desse nicho na economia regional.
Embora os dados do IPC Maps foquem no potencial econômico e na movimentação financeira, especialistas alertam para a importância de equilibrar o consumo com políticas de conscientização em saúde pública, dado o impacto direto que o setor de bebidas possui na rotina das famílias e nos serviços municipais.

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Governo de Minas avalia abandonar o projeto e redirecionar os R$ 3 bilhões do Acordo de Brumadinho para outras iniciativas, como a expansão do metrô

Com atrasos e impasses que travam a implantação, o Rodoanel Metropolitano de Belo Horizonte pode perder os recursos previstos pelo Governo de Minas Gerais. Caso não haja avanços na Justiça nas próximas semanas, o Estado avalia abandonar o projeto em menos de um mês e redirecionar os R$ 3 bilhões do Acordo de Reparação de Brumadinho para outras iniciativas, como a expansão do metrô de BH.A possibilidade foi sinalizada pelo atual chefe do executivo estadual, Mateus Simões, após audiência no Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), em Belo Horizonte. O compromisso no tribunal está relacionado a uma ação da Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais, que alegou impactos em seis territórios, inviabilizando o projeto.
Simões lamentou que a obra, inicialmente prevista para começar no ano passado, siga travada, com impactos diretos na rotina da população, ameaçando a segurança das pessoas que trafegam nas vias. Diante do cenário de complexidade, ele afirmou que o Estado pode solicitar a revisão da destinação dos recursos, alocando o montante para outros projetos de infraestrutura, como a expansão da Linha 1 e a implantação das Linhas 3 e 4 do metrô.

O governador também argumentou que as obras do Rodoanel de Belo Horizonte não são de responsabilidade estadual e classificou como “inviável” a realização de uma nova consulta às comunidades solicitada por entidades.Questionada sobre as incertezas do projeto, a concessionária responsável informou ao Diário do Comércio que aguarda a emissão da licença ambiental de competência do Estado para iniciar as obras. “Até lá não compete à empresa fazer qualquer pronunciamento sobre as ações do governo”, acrescenta.

Se decisão for favorável, obras devem iniciar no segundo semestre
O Rodoanel de Belo Horizonte é considerado um dos projetos mais ambiciosos de infraestrutura da história de Minas Gerais. A obra prevê um traçado de aproximadamente 70 quilômetros (km) e passará por oito municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), como Contagem, Betim, Ribeirão das Neves e Santa Luzia. O investimento total é de R$ 5 bilhões, sendo R$ 3 bilhões do acordo de reparação de Brumadinho e R$ 2 bilhões da concessionária.

Previsto para ter as obras iniciadas em outubro do ano passado, o projeto foi adiado em razão de entraves no licenciamento ambiental. O processo conciliatório já motivou a realização de audiências, mas, até o momento, sem avanço.

Caso tenha uma decisão favorável nos próximos dias, a expectativa é que as obras sejam iniciadas no segundo semestre deste ano. A proposta deve permanecer inalterada, com a realização em diferentes frentes de intervenções, priorizando aquelas mais morosas, como pontes e viadutos, além de drenagens e terraplenagens com alto volume de escavação.Segundo a concessionária, não haverá necessidade de realocar nenhuma das seis comunidades quilombolas nas proximidades do traçado.

A viabilização do Rodoanel em Belo Horizonte tem potencial de atrair novos investimentos no eixo metropolitano, além de manter aqueles já existentes. A nova estrutura viária poderá elevar entre 7% a 13% o Produto Interno Bruto (PIB) da região em dez anos, além do crescimento da produção entre 0,8% e 1,3% no mesmo período. A estimativa também prevê a geração de cerca de 10 mil empregos durante a fase de implantação.

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Com foco na proteção dos pedestres que utilizam a BR-040, a concessionária Via Cristais iniciou a instalação de novos dispositivos conhecidos como "trava-motos" nas passarelas da rodovia. O trecho beneficiado compreende a ligação entre Belo Horizonte (MG) e Cristalina (GO).

As barras metálicas são projetadas especificamente para impedir o tráfego irregular de motocicletas, animais de grande porte e outros veículos em locais destinados exclusivamente a pedestres. O design do dispositivo foi pensado para equilibrar segurança e acessibilidade: a largura das barras permite a passagem de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo o direito de ir e vir com dignidade.

Modernização e Sustentabilidade
A iniciativa faz parte de um cronograma de investimentos da Via Cristais em segurança pública e viária. Em 2025, a concessionária concluiu a instalação de 11 sistemas de iluminação em passarelas de cidades mineiras como Belo Horizonte, Contagem, Ribeirão das Neves e Paracatu.

Os novos equipamentos utilizam tecnologia de última geração, com lâmpadas de LED alimentadas por energia solar, unindo eficiência e sustentabilidade. Além da iluminação, as estruturas receberam pintura renovada e pequenos reparos. O plano de expansão prevê a reforma e construção de mais 43 passarelas ao longo de todo o trecho nos próximos anos.

Sobre a Concessionária
A Via Cristais, subsidiária da VINCI Highways, é responsável pela operação de 594 quilômetros da BR-040. A empresa integra práticas modernas de gestão e engenharia para melhorar a fluidez e a segurança viária na região. A VINCI Highways, líder global em concessões rodoviárias, administra atualmente uma rede de 1.200 km no Brasil por meio das concessionárias Entrevias e Via Cristais.

Para acompanhar as ações da concessionária em tempo real, os usuários podem acessar os canais oficiais nas redes sociais pelo perfil @viacristais.

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O clima entre os profissionais de asseio, conservação e limpeza urbana que atuam em Ribeirão das Neves atingiu um ponto crítico. O sindicato da categoria convocou todos os funcionários da empresa APPA Serviços Temporários e Efetivos LTDA para uma Assembleia Geral Extraordinária nesta sexta-feira, dia 20 de março, com um tema central na pauta: a possibilidade de paralisação total das atividades.
A reunião ocorrerá em frente ao Parque Ecológico da cidade, na Rua Libério Augusto Guimarães, a partir das 8h20. O movimento é uma resposta direta ao suposto descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2026 por parte da empresa.
De acordo com o edital publicado pela presidência do sindicato metropolitano, os trabalhadores devem deliberar sobre três pontos cruciais:
Descumprimento da CCT 2026:Discussão sobre as cláusulas contratuais que não estariam sendo respeitadas pela APPA.
Indicativo de Greve: Votação para oficializar a intenção de interromper as atividades caso não haja acordo.
Estado de Greve: Estabelecimento de um período de alerta, que precede a paralisação efetiva do setor.

A assembleia é aberta a todos os trabalhadores da empresa que prestam serviço no município, sejam eles filiados ao sindicato ou não.
Local: Rua Libério Augusto Guimarães (em frente ao nº 892), Parque Ecológico de Ribeirão das Neves.
Horário: 8h20 (primeira convocação) ou 8h40 (segunda convocação, com qualquer quórum).
Caso a greve seja aprovada, serviços essenciais de limpeza e conservação na cidade poderão sofrer impactos significativos nos próximos dias. Até o momento, a empresa APPA não se manifestou publicamente sobre a convocação.

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A iniciativa busca incentivar o esporte e a integração comunitária; matrículas já estão abertas e devem ser realizadas presencialmente.

Estão abertas as inscrições para a Oficina Gratuita de Futebol, um projeto realizado pelo Instituto Origem e que promete movimentar o campo do bairro e oferecer aos jovens da região a oportunidade de praticar o esporte mais popular do país com orientação e infraestrutura.
As atividades ocorrerão diretamente no Campo do Vereda, mas os interessados devem ficar atentos ao local de inscrição.

Como participar

Para garantir uma vaga, os pais ou responsáveis devem comparecer ao espaço Origem. É necessário apresentar a documentação de identidade (RG ou certidão de nascimento) tanto da criança quanto do responsável legal.

Confira os detalhes para não perder o prazo:
Local de Matrícula: Av. Levi Esteves Nunes, 107 – Vereda (Origem).
Horário de Atendimento: Das 14h às 20h30.
Requisitos: Documento de identidade da criança e do responsável.

Além de desenvolver habilidades técnicas e táticas, a oficina foca em valores fundamentais como o trabalho em equipe, a disciplina e o respeito ao próximo. A organização do evento reforça o convite à comunidade: "Esperamos por você!".

Com a oferta gratuita, o projeto democratiza o acesso ao lazer e à saúde, transformando o campo do Vereda em um ponto de encontro para o futuro do esporte local.

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Usuários do sistema de transporte público reclamam da falta de infraestrutura e do número insuficiente de veículos para atender a demanda nos horários de pico.
A rotina de quem depende do transporte público em Ribeirão das Neves tem sido marcada por um desafio diário: a superlotação. Passageiros que utilizam a estação de transferência da cidade denunciam o desconforto e a insegurança causados pelo excesso de pessoas em plataformas estreitas e ônibus que já chegam ao local com a capacidade máxima atingida.
O cenário é crítico especialmente entre as 6h e 8h da manhã e no final da tarde. Segundo relatos de moradores, a espera por uma linha específica pode ultrapassar os 40 minutos, resultando em plataformas lotadas onde o distanciamento físico é inexistente.
Para muitos trabalhadores, a superlotação não é apenas uma questão de conforto, mas de dignidade e pontualidade. "É um descaso total. A gente paga caro na passagem e viaja pendurado. Muitas vezes o ônibus nem para porque já está cheio demais", desabafa um usuário que utiliza o terminal diariamente para trabalhar em Belo Horizonte.
Os principais pontos de reclamação incluem:

Intervalos irregulares: Linhas que demoram a passar, gerando acúmulo de passageiros.
Segurança: O medo de furtos e acidentes em meio ao empurra-empurra das plataformas.
Infraestrutura: Falta de assentos e cobertura adequada para proteger os usuários do sol e da chuva durante a espera.
Especialistas em mobilidade apontam que o crescimento populacional de Ribeirão das Neves não foi acompanhado por um ajuste proporcional na frota de ônibus. A dependência do sistema de integração faz com que qualquer atraso em uma linha alimentadora gere um efeito cascata em todo o terminal.
Até o fechamento desta matéria, os órgãos responsáveis pela gestão do transporte na região não haviam se pronunciado sobre planos de expansão da frota ou melhorias na logística da estação para os próximos meses.

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