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Segurança

A manhã do último domingo (28) foi marcada por uma tragédia que interrompeu o sonho de uma família de Ribeirão das Neves. Quatro pessoas, incluindo duas crianças/adolescentes, morreram após uma colisão frontal violenta no km 502 da rodovia BR-135, em Buenópolis, no Norte de Minas Gerais. As vítimas eram moradoras do bairro Kátia e seguiam em viagem quando o acidente aconteceu.


Segundo o relatório da Eco135, concessionária que administra a via, a colisão ocorreu por volta das primeiras horas da manhã. Por razões que ainda estão a ser investigadas pela perícia técnica, um dos veículos invadiu a pista contrária, resultando num choque frontal.
Equipes de resgate do Corpo de Bombeiros e da própria concessionária foram deslocadas imediatamente para o local. No entanto, o cenário encontrado era de destruição total de um dos carros.
Um dos momentos mais angustiantes do atendimento foi a tentativa de salvar Maria Fernanda Souza Ribeiro, de apenas 13 anos. Ao contrário dos outros três familiares, que faleceram no instante do impacto, a jovem foi resgatada pelas equipas de emergência com sinais vitais.

Os bombeiros realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar de forma ininterrupta durante 35 minutos. Apesar do esforço exaustivo dos profissionais e do uso de equipamentos de suporte avançado, a gravidade dos ferimentos internos impediu a recuperação da adolescente, cujo óbito foi confirmado ainda na rodovia.

Identificação das Vítimas

As vítimas foram identificadas como:

José Narcisio Ferreira de Souza (56 anos): Condutor e patriarca.
Maria Eliza Fernandes (51 anos): Matriarca.
Maria Fernanda Souza Ribeiro (13 anos): Filha/Adolescente.
Bernard Vitor Fernandes (11 anos): Criança.

No outro veículo envolvido, viajava apenas o condutor, que teve a sorte de sofrer apenas ferimentos leves. Ele foi encaminhado para o Hospital de Bocaiuva e apresenta quadro de saúde estável, sem risco de morte.

Investigação e Luto Local

A Polícia Civil de Minas Gerais realizou a perícia no local para recolher provas que ajudem a determinar as causas do acidente (se houve falha mecânica, excesso de velocidade ou ultrapassagem indevida). Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) da região antes de serem libertados para a família.

Em Ribeirão das Neves, o clima é de profunda consternação. Vizinhos descrevem a família como tranquila e muito querida na comunidade. A família foi sepultada no Cemitério Porto Seguro nesta segunda-feira, 29 de dezembro.

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Com a chegada do período de festas e o aumento do consumo, um golpe digital específico tem se proliferado de forma alarmante nas redes sociais: a falsa compra em sites clonados e lojas virtuais inexistentes. Simulações convincentes de grandes e-commerces, oferecendo produtos com preços irrecusáveis, são a isca perfeita para consumidores em busca das ofertas natalinas.

Um levantamento recente da plataforma SOS Golpe revela a gravidade da situação: 45,1% das denúncias de fraudes registradas em 2025 já estão ligadas a transações de compras digitais fraudulentas. Esse cenário se intensifica justamente agora, no período de maior volume de anúncios e intensa veiculação de ofertas nas mídias sociais.

Livia Silva, gerente de Prevenção a Fraude do Banco Mercantil, explica que a estratégia dos golpistas é baseada na urgência e na ganância despertadas por preços excessivamente baixos.

Isca e Anúncio: O golpe geralmente começa com um anúncio pago, veiculado em redes sociais como Instagram e Facebook, que redireciona para um site clonado ou uma loja virtual criada recentemente.

Simulação Perfeita: Os sites são visualmente idênticos aos de grandes varejistas, copiando layouts, logotipos e até mesmo a interface de pagamento.

Preço Irresistível: O produto é ofertado por um valor muito abaixo do mercado, incentivando a compra imediata por medo de perder a "oportunidade".

Pagamento e Desaparecimento: Após o pagamento (geralmente via Pix ou boleto para dificultar o estorno), o golpista desaparece. O consumidor nunca recebe o produto, e a loja virtual é rapidamente retirada do ar.

Dicas essenciais para compras online seguras no Natal
Para proteger-se e evitar cair nessa armadilha, a especialista Livia Silva reforça a necessidade de atenção redobrada, especialmente antes de clicar em anúncios de redes sociais:

1. Verifique a URL e o certificado de Segurança
Confira o endereço: Antes de inserir qualquer dado ou finalizar a compra, observe a URL. O endereço do site deve ser idêntico ao do e-commerce oficial (ex: www.nomedalojaoficial.com.br). Erros de digitação ou caracteres extras são sinais de alerta.

Cadeado de segurança: Procure pelo ícone de cadeado fechado na barra de endereços, que indica o Certificado SSL (protocolo HTTPS). Embora não seja garantia total de legitimidade, a ausência dele é um forte indicativo de site não confiável.

2. Desconfie de preços Excessivamente Baixos
Regra de ouro: Se o preço estiver muito abaixo do praticado pelo mercado, desconfie. Golpistas usam preços tentadores para pressionar o consumidor a agir por impulso.

Pesquise em comparadores: Utilize sites comparadores de preço para verificar a média do produto e confirmar se a oferta faz sentido.

3. Analise a loja e a reputação
Busque CNPJ: Lojas sérias disponibilizam o número de CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) no rodapé. Consulte esse número nos sites da Receita Federal para verificar a existência e a situação cadastral da empresa.

Consulte reputação: Verifique o histórico e as reclamações da loja em plataformas de defesa do consumidor, como o Reclame Aqui. Lojas clonadas ou fraudulentas não terão histórico ou possuirão um número alto de queixas recentes.

4. Atenção ao meio de Pagamento
Evite o Pix de Terceiros: Desconfie se o pagamento via Pix ou boleto for direcionado para uma conta bancária com nome ou CNPJ de pessoa física ou de uma empresa totalmente diferente da loja onde você está comprando.

Use cartões virtuais: Sempre que possível, utilize o cartão de crédito virtual, que é temporário e aumenta a segurança em transações online.

Ao adotar essas práticas de checagem, o consumidor diminui drasticamente o risco de ser vítima do golpe da falsa compra, garantindo um Natal mais seguro e livre de prejuízos.

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Um detento, identificado como Nicolas Ferreira Faria, de 26 anos, foi encontrado morto dentro da Penitenciária José Martinho Drummond, em Ribeirão das Neves, neste domingo (30).
De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), Nicolas foi localizado sem vida no chão do banheiro da cela.


Um colega de cela, de 24 anos, assumiu a autoria do crime. Ele informou aos policiais penais que a motivação seria um antigo desentendimento entre os dois, que se arrastava desde a convivência em outras unidades prisionais. Os detalhes sobre a dinâmica da agressão não foram divulgados.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e chegou ao local por volta das 18h30. Após a retirada dos outros presos da cela, os socorristas confirmaram que Nicolas já estava sem sinais vitais. O óbito foi formalmente atestado por uma médica às 19h19.


O corpo da vítima foi removido para o Instituto Médico-Legal (IML) em Belo Horizonte, onde passará por exames periciais.

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Walisson Ferreira de Souza, de 45 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (20/11), após apresentar um mal súbito em sua cela no Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na Grande BH.

De acordo com a direção da unidade prisional, o detento foi prontamente encaminhado ao Hospital São Judas Tadeu, onde recebeu atendimento médico. No entanto, apesar dos esforços, seu quadro evoluiu para óbito.

Walisson estava no sistema prisional de Minas Gerais desde 2008 e havia sido admitido no Dutra Ladeira em 25 de abril de 2025.

A direção do presídio informou que instaurou um procedimento interno para apurar administrativamente as circunstâncias da morte. As investigações criminais e perícias são de responsabilidade da Polícia Civil.

As autoridades pedem que o recebimento da comunicação seja confirmado.

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Os moradores de Ribeirão das Neves agora contam com uma forma mais prática e ágil para solicitar a manutenção da iluminação pública. O consórcio IP Minas, responsável pelo serviço no município, implementou o atendimento via WhatsApp (0800 606 1535).
O novo canal gratuito permite que os cidadãos relatem falhas, informem pontos de luz apagados e acompanhem o andamento das solicitações diretamente pelo celular. A iniciativa visa tornar o serviço mais acessível e reforça o compromisso do consórcio com a eficiência e a segurança da população.

Canais de Contato

Além do WhatsApp, o atendimento continua disponível por outros meios:
Telefone: O mesmo número 0800 606 1535 segue ativo para ligações gratuitas.
Internet: Pelo site www.ipminas.com.br.
Aplicativo: Pelo app Cidade Iluminada.

Diferença de Responsabilidade

É fundamental que os cidadãos saibam a quem recorrer:
IP Minas: Responsável pela iluminação das vias públicas (troca de lâmpadas, manutenção de postes).
Cemig: Responsável pelo fornecimento de energia a residências e comércios.
Saber essa distinção ajuda a resolver problemas com mais rapidez.
Jociane Almeida, gerente do Consórcio IP Minas, destacou a importância da ferramenta. "O WhatsApp é um canal pensado para simplificar o contato com os moradores. Em poucos minutos, é possível registrar uma ocorrência e acompanhar o atendimento, sem complicação. Essa proximidade facilita o dia a dia e garante uma cidade mais iluminada e segura”, explicou.

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Três homens encapuzados são suspeitos de incendiar um ônibus da linha 634 na noite da última terça-feira (4), na Avenida Lauro Soares, em Venda Nova, Belo Horizonte. A ação criminosa teve como motivação principal as condições do sistema prisional, com foco no Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves.
O motorista do coletivo, de 39 anos, relatou à Polícia Militar ter sido abordado por volta de 15 minutos antes do fim de seu expediente. Um dos suspeitos, armado, entregou-lhe uma carta para ser repassada às autoridades, assegurando: "Não é nada contra você".
Após a rendição do motorista, o grupo, que chegou ao local em uma motocicleta e a pé com um galão de combustível, ateou fogo ao veículo. Testemunhas em um bar próximo também foram ameaçadas para que não interferissem ou denunciassem o crime.
A carta, assinada pela sigla "BDM" (Bonde dos Malucos), era endereçada a uma juíza da Comarca do Presídio de Ribeirão das Neves. O texto denunciava supostas violações de direitos dentro da unidade, incluindo:

- Humilhações e agressões;
- Problemas no atendimento médico;
- Desrespeito aos familiares durante os dias de visita.

O incêndio do ônibus também causou danos à infraestrutura local, atingindo a rede elétrica e interrompendo o fornecimento de energia na região, que foi restabelecido pela Cemig durante a madrugada. A Polícia Civil investiga o caso.

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