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Cidade

No sábado (28) marcou uma etapa decisiva para centenas de moradores do bairro Soares, no distrito de Justinópolis. Em audiência pública realizada na Escola Municipal Julieta Tarciana Vieira Rocha, a Prefeitura de Ribeirão das Neves deu o pontapé inicial no processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), que beneficiará diretamente 420 famílias com o título de propriedade de seus imóveis.

O encontro serviu para alinhar expectativas e detalhar as próximas fases do programa Regulariza Neves, que visa transformar a realidade de quem, há décadas, possui a posse, mas não a segurança jurídica da escritura.

Cronograma e Próximos Passos


A partir desta audiência, equipes técnicas iniciam o trabalho de campo. O processo de regularização não se resume à entrega do papel; ele envolve uma série de etapas rigorosas:Visitas Domiciliares: Cadastro social das famílias.

Levantamento Topográfico: Medição precisa dos lotes e vias

Análise Jurídica: Organização da documentação para registro em cartório.

O secretário de Planejamento e Urbanismo, Marcílio Rodrigues de Sousa, destacou que a Reurb é uma ferramenta de desenvolvimento: "Garantimos dignidade e qualidade de vida, permitindo que o bairro receba investimentos estruturais de forma organizada".

Impacto Social em Neves


A regularização fundiária é um dos principais gargalos de cidades em crescimento acelerado. Em Ribeirão das Neves, o programa municipal já ultrapassou a marca de 4 mil títulos entregues.

Para o prefeito Túlio Raposo, o momento é de reparação histórica. “Ver a emoção das pessoas ao saberem que o imóvel é, de fato, delas, traz uma segurança que reflete em toda a família”, afirmou durante o evento. O sentimento é compartilhado por pioneiros como o aposentado José Carlos Cardoso da Silva, de 64 anos, morador do Soares há três décadas: “É a garantia de que as famílias agora podem dizer que são donas de suas propriedades”.

Apoio Estadual: O Programa Minas Reurb
A iniciativa no bairro Soares ganha força com a parceria do Minas Reurb, programa do Governo do Estado que desburocratiza e acelera o processo de escrituração em áreas urbanas. Além da valorização imediata do imóvel — que pode chegar a 30% após a regularização —, a medida facilita o acesso a crédito bancário e financiamentos para reformas.

Léo Martins, presidente do Instituto O Grito, que atua na região, classificou a conquista como um "divisor de águas" para Justinópolis, reforçando que a escritura é a base para o pleno direito à moradia.

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Um problema estrutural na rodovia LMG-806, em Ribeirão das Neves, mobilizou equipes técnicas do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) nesta semana. O ponto crítico localiza-se no sentido Centro, logo após a referência do antigo motel, em um trecho de intenso fluxo de veículos.
Relatos de motoristas que trafegam pela região apontavam para a abertura de um buraco com aproximadamente 3 metros de profundidade. O temor inicial era de que a base da via estivesse gravemente comprometida, com sinais de asfalto oco, o que elevaria o risco de afundamento progressivo e acidentes, especialmente envolvendo motociclistas e veículos de carga.

A falta de visibilidade do problema à distância também foi um ponto de atenção levantado por condutores, que pediam sinalização urgente para evitar colisões ou quedas.

Avaliação Técnica e Diagnóstico
Após o acionamento dos órgãos competentes pela imprensa e autoridades locais, técnicos do DER-MG realizaram uma vistoria detalhada no trecho. Segundo o diagnóstico oficial, o problema foi classificado como um solapamento.

A análise técnica apontou que a erosão foi provocada por um formigueiro, cujas galerias internas, somadas ao volume das chuvas recentes, comprometeram a estrutura interna sob o asfalto. Apesar da aparência alarmante, a inspeção concluiu que:
Não há risco iminente de desabamento.
A segurança para veículos leves e pesados está garantida.

Próximos Passos e Solução

O DER-MG informou que o local receberá a sinalização adequada de segurança para orientar os motoristas até a conclusão dos trabalhos. A previsão é de que a manutenção seja finalizada e a situação completamente normalizada até a próxima segunda-feira.
A operação conta com o suporte da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) e o acompanhamento da Prefeitura de Ribeirão das Neves para garantir a agilidade nos reparos e a integridade da malha viária estadual que atende ao município.

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A Copasa executará, no próximo domingo (29/03/2026), uma importante etapa das obras de ampliação do Sistema Produtor Rio Manso, com a interligação de um trecho de adutora próximo ao Terminal de Cargas de Mário Campos. A intervenção integra o projeto de reforço do sistema e vai ampliar a resiliência operacional, fortalecendo a estrutura de abastecimento e contribuindo para aumentar a oferta de água para a população da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Esta é mais uma etapa de um empreendimento fundamental para a modernização da infraestrutura, bem como para garantir maior segurança operacional e assegurar um abastecimento cada vez mais confiável para a população.
Para a execução segura do serviço, será necessária uma parada programada do sistema entre o início da manhã e o final da tarde de domingo (29/03). Durante esse período, o abastecimento poderá apresentar intermitência em bairros de Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Contagem, Esmeraldas, Ibirité, Igarapé, Lagoa Santa, Mário Campos, Matozinhos, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, São Joaquim de Bicas, São José da Lapa, Sarzedo e Vespasiano.
A previsão é que os trabalhos sejam concluídos até o final da tarde do mesmo dia, quando o abastecimento começará a ser retomado de forma gradativa. Nas regiões mais elevadas e mais distantes do sistema, a normalização plena poderá ocorrer na noite de segunda-feira (30/03).
Durante a execução da obra, o atendimento por caminhão-pipa será priorizado para serviços essenciais.
A Copasa reforça que imóveis que possuem caixa d’água podem não sofrer impactos durante o período e orienta a população a utilizar a água de forma consciente e racional.

Bairros afetados em Ribeirão das Neves:

Alicante, Alterosa, Areias de Baixo, Barcelona, Bela Vista, Belvedere, Bom Sossego, Campos Silveira, Centro, Centro de Areias, Céu Anil, Chácaras Bom Retiro, Chácaras do Baú, Conjunto Habitacional Henrique Sapori, Conjunto Nova Pampulha, Distrito Industrial João de Almeida, Dona Clara, Dona Clarice, Dos Pereiras, Eliane, Elizabeth, Evereste, Fazenda Castro, Fazenda das Lages, Fazenda Severina, Félixlândia, Florença, Fortaleza, Franciscadriângela, Granjas Primavera, Havaí, Iolanda, Jardim Alvorada, Jardim Colonial, Jardim de Alá – 1ª Seção, Jardim Primavera, Jardim Verona, José Maria da Costa, Kátia, Lagoa, Landi I, Landi II, Laredo, Liberdade, Luana, Luar da Pampulha, Mangueiras, Maria Helena, Maria Helena II, Monte Verde, Nápoli, Neviana, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora das Neves, Nossa Senhora de Santana, Nossa Senhora de Santana II, Nova União, Novo América, Pedra Branca, Penha, Porto Seguro, Quintas do Lago, Quintas Vera Cruz, Rosana, Rosaneves, Rosimeire, San Genaro, San Marino, San Remo, Santa Branca, Santa Fé, Santa Izabel, Santa Margarida, Santa Marta, Santa Martinha, Santa Matilde, Santa Paula, Santinho, Santo Antônio, São Francisco de Assis, São Geraldo, São Januário, São João de Deus, São José, São Judas Tadeu, São Luiz, São Pedro, Savassi, Severina – 2ª Seção, Sevilha, Soares, Sônia, Status, Tancredo Neves, Tânia, Tocantins, Toni, Vale da Prata, Vale das Acácias, Vale Verde, Várzea Alegre, Veneza, Vereda, Vereda II, Verônica, Vila Aparecida, Vila Bispo de Maura, Vila Cacique, Vila Esplanada, Vila Henrique Sapori, Vila Hortinha, Vila Mariana, Vila Real, Xangrilá.

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Um levantamento recente do IPC Maps 2025, que analisa anualmente o potencial de consumo e o comportamento das famílias brasileiras, revelou um dado importante sobre os hábitos locais: Ribeirão das Neves ocupa a 9ª posição no ranking das cidades mineiras que mais gastam com bebidas alcoólicas.
A marca coloca o município em destaque em um cenário de crescimento generalizado do setor. Em 2025, o segmento de bebidas alcoólicas registrou uma alta de 11,3% no Brasil, saltando de R$ 36,4 bilhões para R$ 40,5 bilhões em gastos familiares.

O Cenário em Minas Gerais

Minas Gerais é o segundo estado brasileiro com maior despesa no setor, movimentando R$ 4,2 bilhões, ficando atrás apenas de São Paulo. Dentro desse montante, Ribeirão das Neves aparece logo atrás de Divinópolis (8º) e à frente de Ipatinga (10º) no "Top 10" estadual.
Confira o ranking das cidades com maior consumo em MG:

Belo Horizonte
Uberlândia
Contagem
Juiz de Fora
Uberaba
Betim
Montes Claros
Divinópolis
Ribeirão das Neves
Ipatinga

Tendência de Consumo e Impacto Econômico

O posicionamento de Ribeirão das Neves no ranking reflete não apenas o tamanho de sua população, mas também uma tendência de mercado observada nos últimos cinco anos. Em cidades vizinhas, como Divinópolis, o gasto acumulado no período ultrapassou a marca dos R$ 300 mil, evidenciando a força desse nicho na economia regional.
Embora os dados do IPC Maps foquem no potencial econômico e na movimentação financeira, especialistas alertam para a importância de equilibrar o consumo com políticas de conscientização em saúde pública, dado o impacto direto que o setor de bebidas possui na rotina das famílias e nos serviços municipais.

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Governo de Minas avalia abandonar o projeto e redirecionar os R$ 3 bilhões do Acordo de Brumadinho para outras iniciativas, como a expansão do metrô

Com atrasos e impasses que travam a implantação, o Rodoanel Metropolitano de Belo Horizonte pode perder os recursos previstos pelo Governo de Minas Gerais. Caso não haja avanços na Justiça nas próximas semanas, o Estado avalia abandonar o projeto em menos de um mês e redirecionar os R$ 3 bilhões do Acordo de Reparação de Brumadinho para outras iniciativas, como a expansão do metrô de BH.A possibilidade foi sinalizada pelo atual chefe do executivo estadual, Mateus Simões, após audiência no Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), em Belo Horizonte. O compromisso no tribunal está relacionado a uma ação da Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais, que alegou impactos em seis territórios, inviabilizando o projeto.
Simões lamentou que a obra, inicialmente prevista para começar no ano passado, siga travada, com impactos diretos na rotina da população, ameaçando a segurança das pessoas que trafegam nas vias. Diante do cenário de complexidade, ele afirmou que o Estado pode solicitar a revisão da destinação dos recursos, alocando o montante para outros projetos de infraestrutura, como a expansão da Linha 1 e a implantação das Linhas 3 e 4 do metrô.

O governador também argumentou que as obras do Rodoanel de Belo Horizonte não são de responsabilidade estadual e classificou como “inviável” a realização de uma nova consulta às comunidades solicitada por entidades.Questionada sobre as incertezas do projeto, a concessionária responsável informou ao Diário do Comércio que aguarda a emissão da licença ambiental de competência do Estado para iniciar as obras. “Até lá não compete à empresa fazer qualquer pronunciamento sobre as ações do governo”, acrescenta.

Se decisão for favorável, obras devem iniciar no segundo semestre
O Rodoanel de Belo Horizonte é considerado um dos projetos mais ambiciosos de infraestrutura da história de Minas Gerais. A obra prevê um traçado de aproximadamente 70 quilômetros (km) e passará por oito municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), como Contagem, Betim, Ribeirão das Neves e Santa Luzia. O investimento total é de R$ 5 bilhões, sendo R$ 3 bilhões do acordo de reparação de Brumadinho e R$ 2 bilhões da concessionária.

Previsto para ter as obras iniciadas em outubro do ano passado, o projeto foi adiado em razão de entraves no licenciamento ambiental. O processo conciliatório já motivou a realização de audiências, mas, até o momento, sem avanço.

Caso tenha uma decisão favorável nos próximos dias, a expectativa é que as obras sejam iniciadas no segundo semestre deste ano. A proposta deve permanecer inalterada, com a realização em diferentes frentes de intervenções, priorizando aquelas mais morosas, como pontes e viadutos, além de drenagens e terraplenagens com alto volume de escavação.Segundo a concessionária, não haverá necessidade de realocar nenhuma das seis comunidades quilombolas nas proximidades do traçado.

A viabilização do Rodoanel em Belo Horizonte tem potencial de atrair novos investimentos no eixo metropolitano, além de manter aqueles já existentes. A nova estrutura viária poderá elevar entre 7% a 13% o Produto Interno Bruto (PIB) da região em dez anos, além do crescimento da produção entre 0,8% e 1,3% no mesmo período. A estimativa também prevê a geração de cerca de 10 mil empregos durante a fase de implantação.

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Com foco na proteção dos pedestres que utilizam a BR-040, a concessionária Via Cristais iniciou a instalação de novos dispositivos conhecidos como "trava-motos" nas passarelas da rodovia. O trecho beneficiado compreende a ligação entre Belo Horizonte (MG) e Cristalina (GO).

As barras metálicas são projetadas especificamente para impedir o tráfego irregular de motocicletas, animais de grande porte e outros veículos em locais destinados exclusivamente a pedestres. O design do dispositivo foi pensado para equilibrar segurança e acessibilidade: a largura das barras permite a passagem de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo o direito de ir e vir com dignidade.

Modernização e Sustentabilidade
A iniciativa faz parte de um cronograma de investimentos da Via Cristais em segurança pública e viária. Em 2025, a concessionária concluiu a instalação de 11 sistemas de iluminação em passarelas de cidades mineiras como Belo Horizonte, Contagem, Ribeirão das Neves e Paracatu.

Os novos equipamentos utilizam tecnologia de última geração, com lâmpadas de LED alimentadas por energia solar, unindo eficiência e sustentabilidade. Além da iluminação, as estruturas receberam pintura renovada e pequenos reparos. O plano de expansão prevê a reforma e construção de mais 43 passarelas ao longo de todo o trecho nos próximos anos.

Sobre a Concessionária
A Via Cristais, subsidiária da VINCI Highways, é responsável pela operação de 594 quilômetros da BR-040. A empresa integra práticas modernas de gestão e engenharia para melhorar a fluidez e a segurança viária na região. A VINCI Highways, líder global em concessões rodoviárias, administra atualmente uma rede de 1.200 km no Brasil por meio das concessionárias Entrevias e Via Cristais.

Para acompanhar as ações da concessionária em tempo real, os usuários podem acessar os canais oficiais nas redes sociais pelo perfil @viacristais.

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