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Cidade

A Prefeitura de Ribeirão das Neves anunciou que, a partir da próxima segunda-feira, 3 de março de 2026, estará proibido estacionar em toda a extensão da Rua Cataguases, em ambos os lados da via.
De acordo com a administração municipal, a medida atende a uma solicitação de comerciantes da região e tem como principal objetivo melhorar a fluidez do trânsito, reduzir pontos de congestionamento e aumentar a segurança para motoristas e pedestres.
A prefeitura informou ainda que a rua estará totalmente sinalizada a partir das 4h da manhã do dia em que a mudança entrar em vigor. A orientação é para que os condutores fiquem atentos às novas placas e respeitem as regras para evitar multas e transtornos.
Segundo o Executivo, a fiscalização será intensificada nos próximos dias, como forma de garantir o cumprimento da determinação e assegurar a organização do tráfego na região. A colaboração da população é considerada fundamental para o sucesso da medida e para a melhoria da mobilidade urbana no local.

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Um relatório enviado pela Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG) ao Tesouro Nacional aponta que Minas Gerais iniciou o ano de 2026 sem recursos em caixa, ocupando a pior posição fiscal entre todas as unidades da federação do país.

De acordo com o documento, que reúne o balanço consolidado das contas públicas de 2025, a disponibilidade de caixa líquida do estado é negativa em mais de R$ 11 bilhões. O indicador considera o dinheiro disponível após o desconto das obrigações financeiras já assumidas pelo governo.

Além disso, o relatório apresenta outros dados relevantes sobre a saúde fiscal de Minas, como despesas com pessoal, dívida consolidada e capacidade de pagamento. Para 2026, o déficit previsto é de aproximadamente R$ 5 bilhões.

Outro fator de pressão é a dívida de Minas Gerais com a União, que chega a R$ 187 bilhões. Com a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), o estado poderá parcelar o débito em até 30 anos, com possibilidade de redução de juros mediante investimentos em áreas estratégicas, como segurança pública e educação.

Em nota, o governo de Minas Gerais afirmou que a indisponibilidade de caixa líquida se refere especificamente aos recursos não vinculados, ou seja, receitas livres, sem destinação obrigatória. O Executivo também destacou que o cálculo considera passivos herdados de gestões anteriores, que foram renegociados e impactam diretamente o indicador fiscal atual.

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Em relatos contundentes, a comunidade denuncia o estado de calamidade da via na rua 3 do bairro Landi (2ª seção), que hoje se encontra praticamente intransitável, impedindo o acesso de veículos e serviços essenciais. A situação da Rua 3 ultrapassa o problema estético ou de infraestrutura básica; trata-se de um isolamento forçado. Segundo os moradores, a via está em condições tão precárias que:
Serviços de entrega e aplicativos não conseguem acessar as residências.

Motoboys e motoristas de carros evitam o local pelo risco de danos ou atolamentos.

A coleta de lixo é inexistente, obrigando a comunidade a buscar alternativas improvisadas para o descarte de resíduos.

O agravante humano torna o quadro ainda mais urgente: estima-se que 90% da população local seja composta por idosos e crianças. Em caso de emergência médica, a dificuldade de acesso de uma ambulância pode ser a diferença entre a vida e a morte.

De acordo com os relatos, a via existe há quatro décadas sem nunca ter recebido pavimentação ou melhorias significativas. O sentimento predominante é de injustiça tributária. "Nossos impostos estão pagos", afirma uma moradora, questionando por que vias que já possuem calçamento recebem novo asfalto enquanto as ruas de terra do Landi permanecem esquecidas.

A indignação também se volta contra a Câmara Municipal. Moradores afirmam que vereadores e assessores têm pleno conhecimento do problema. No entanto, as cobranças presenciais e digitais são respondidas com promessas vagas de que "vão olhar", sem que nenhuma máquina ou equipe de obras tenha sido enviada ao local.

A Prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Obras, informa que a rua 3, no bairro Landi - 2ª na região de Justinópolis, foi incluída no planejamento de serviços para a realização de ações paliativas, visando melhorar as condições do local e facilitar o acesso da população.

Além das ações emergenciais, o município realiza continuamente estudos técnicos para a inclusão de vias em futuros projetos de pavimentação, considerando critérios técnicos e a necessidade de intervenções estruturais mais complexas, como obras de drenagem.

A Prefeitura em nota, respondeu: "em relação à limpeza urbana, a coleta de lixo domiciliar é realizada na região. Nos locais onde o caminhão não tem acesso, caçambas são disponibilizadas em pontos estratégicos, garantindo que os moradores possam fazer o descarte adequado dos resíduos.

A Prefeitura reforça que está sempre em busca de recursos e parcerias para viabilizar obras estruturantes, garantindo soluções e melhorias na mobilidade e na qualidade de vida da população nevense".

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Trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês receberão alertas oficiais sobre atualização da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) por meio da caixa postal individual da plataforma de serviços digitais do governo federal, Gov.Br, e pelo WhatsApp cadastrado pelo usuário.
A mensagem personalizada orienta o cidadão a consultar o contracheque de fevereiro. Isto porque a mudança nos limites de isenção ou nas faixas de desconto impactam no salário líquido recebido.

Desta forma, o trabalhador deve observar no próprio demonstrativo de pagamento mensal se o valor descontado sob o título IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) diminuiu ou não.
Desde 1º de janeiro, a incidência do imposto é zero para quem tem rendimentos mensais até R$ 5 mil. Para os ganhos de R$ 5.000,01 a R$ 7.350 por mês, houve uma redução da cobrança do imposto de forma decrescente.

Já os rendimentos acima de R$ 7.350 continuam seguindo a tabela progressiva de descontos do IR atual (até 27,5%).
Além da informação sobre a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física, o aviso da caixa postal Gov.br também explica sobre ajustes na tributação de altas rendas como forma de garantir o equilíbrio fiscal no país.

Pela nova legislação (Lei nº 15.270/2025), os contribuintes que recebem rendimentos superiores a R$ 600 mil por ano (R$ 50 mil/mês), a alíquota é progressiva até 10%. Para rendas acima de R$ 1,2 milhão por ano, a alíquota mínima efetiva é de 10%.
As alterações válidas têm reflexo a partir do pagamento de fevereiro de 2026 e também será aplicada no cálculo do imposto cobrado exclusivamente na fonte no pagamento do 13º salário anual.

✍️ Fonte: Agência Brasil

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Reportagem do Balanço Geral MG flagra montanhas de detritos em importante via da cidade; moradores reclamam da falta de fiscalização e do risco de doenças.
O que deveria ser uma via de escoamento e trânsito para os moradores de Ribeirão das Neves transformou-se em um cenário de descaso ambiental. A Avenida Perimetral tornou-se alvo preferencial de descarte irregular de lixo e entulho, gerando uma série de transtornos para quem vive ou trafega pela região.

A denúncia, exibida nesta quarta-feira (18) pelo programa Balanço Geral MG, da Record Minas, revela a gravidade da situação. Ao longo da avenida, é possível encontrar de tudo: restos de materiais de construção, móveis velhos, lixo doméstico e até carcaças que atraem urubus e animais peçonhentos.

Um problema crônico
De acordo com a reportagem, o acúmulo de lixo não é um fato isolado, mas um problema recorrente que parece desafiar o poder público. Moradores locais relatam que, mesmo quando a prefeitura realiza a limpeza, em poucos dias o local volta a ser utilizado como "bota-fora" por pessoas e empresas que agem na calada da noite.

A situação é agravada pelo período chuvoso. O lixo acumulado obstrui bueiros e canaletas, aumentando o risco de alagamentos e transformando os focos de entulho em criadouros ideais para o mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya.

Insegurança e mobilidade reduzida
Além do mau cheiro insuportável e do risco sanitário, o descarte irregular invade a pista e as calçadas, forçando pedestres a caminharem pelo meio da rua, dividindo espaço com carros e ônibus. "É um desrespeito total. A gente paga imposto e tem que conviver com esse lixão na porta de casa", desabafou um morador à equipe de reportagem.

O que dizem as autoridades
Historicamente, situações como a da Avenida Perimetral em Ribeirão das Neves esbarram na dificuldade de fiscalização. A prefeitura costuma alegar que mantém cronogramas de limpeza, mas reforça que o descarte irregular é crime ambiental passível de multa.

No entanto, para a população, as medidas educativas não têm surtido efeito. Eles cobram a instalação de câmeras de monitoramento, cercamento de áreas críticas e uma punição mais severa para quem utiliza a via pública como depósito de lixo.

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Pela segunda vez em menos de 30 dias, carcaça de animal é deixada em via pública na Rua José Maria de Menezes, gerando riscos à saúde e indignação na comunidade.
A tranquilidade dos moradores do bairro Paraíso das Piabas, no distrito de Justinópolis, tem dado lugar ao medo e à revolta.
O motivo é macabro e recorrente: o descarte irregular de carcaças de cavalos em plena via pública, especificamente na altura do número 780 da Rua José Maria de Menezes, próximo ao conhecido "monte de oração".
O caso mais recente foi registrado nesta semana, marcando a segunda ocorrência de mesma natureza em um intervalo inferior a um mês. Segundo relatos de moradores que preferem não se identificar, o crime ambiental parece ocorrer de forma estratégica, aproveitando momentos de menor movimentação na rua.
A presença dos animais mortos em estado de decomposição atrai vetores de doenças, como moscas e urubus, além de exalar um odor insuportável que invade as residências próximas. Sem saber a causa da morte dos animais, a população teme a proliferação de zoonoses e a contaminação do solo.

"É uma falta de respeito absoluta. Além do risco sanitário, estamos falando de um animal que pode ter sofrido maus-tratos. É um crime ambiental escancarado diante dos nossos olhos", afirma um morador da região.

A comunidade relata que esta não é a primeira tentativa de buscar auxílio junto aos órgãos competentes. Denúncias anteriores já teriam sido formalizadas, mas, até o fechamento desta edição, nenhuma providência efetiva foi tomada para identificar os responsáveis ou para realizar a limpeza profilática do local de forma definitiva.
O abandono de carcaças de animais em áreas urbanas configura crime ambiental e infração sanitária gravíssima. Os moradores exigem que a Prefeitura de Ribeirão das Neves e o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) atuem não apenas na retirada do animal, mas em uma investigação que identifique quem está utilizando a região como "descarte", para que medidas punitivas sejam aplicadas.

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