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O corpo de uma mulher em estado avançado de decomposição foi encontrado em uma área de mata do bairro Rosaneves de Ribeirão das Neves, nessa quarta-feira (27/5). A vítima seria uma mulher de 29 anos, que estava desaparecida desde 26 de abril. O corpo foi reconhecido pelo pai da mulher, mas a identidade será confirmada após exames da Polícia Civil.

Polícia Militar e Corpo de Bombeiros foram acionados para uma vala natural na entrada de uma fazenda no bairro Rosaneves. Segundo a Polícia Militar, militares foram acionados após informações sobre um possível cadáver enterrado no local. Um morador indicou uma área de mata onde havia sinais de terra revirada. Durante as buscas, os policiais encontraram um ponto com indícios de escavação recente.

Após a remoção de parte da terra, o corpo foi localizado enterrado sob cerca de 25 centímetros de solo. O local foi isolado para os trabalhos da perícia da Polícia Civil. O Corpo de Bombeiros informou que o cadáver estava em uma vala pluvial seca, de barriga para baixo e em avançado estado de decomposição.

Familiares da mulher desaparecida acompanharam os trabalhos. Segundo a PM, mãe, pai e irmã reconheceram características do corpo e acreditam se tratar de Larissa Ellen Dias Mendes. O pai da jovem acompanhou a remoção do cadáver.

Ainda conforme os militares, familiares relataram que Larissa era usuária de drogas e desapareceu após enviar mensagens dizendo que estava sendo levada para o bairro Rosaneves devido a uma dívida de R$ 1.800 com o tráfico.

No registro de desaparecimento, feito após o sumiço, a família informou que a jovem enviou mensagens a amigos no dia 26 de abril afirmando que estava na rua Manacás e que “se acontecesse qualquer coisa”, saberiam onde ela havia sido vista pela última vez. Os parentes apontaram possíveis envolvidos, que devem ser investigados pela Polícia Civil. Até o momento, ninguém foi preso.

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Uma mistura de medo, tristeza e profunda indignação marca o desabafo da mãe de um adolescente de 13 anos. Ela recebeu com revolta a notícia da soltura de um monitor de dança, de 55 anos, que atuava no programa Escola Integrada de uma instituição municipal de Belo Horizonte. O suspeito havia sido preso em flagrante no município vizinho de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana, após ser denunciado por enviar mensagens de teor sexual e imagens íntimas ao estudante. A liberdade provisória foi concedida ao homem durante a audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (25/5).

“Ele sabe onde a gente mora. Estou indignada. Com tanta prova, preso em flagrante. É muito revoltante”, desabafou a mulher, que preferiu não se identificar para preservar o filho. O caso foi descoberto após ela notar uma aproximação suspeita do monitor, que inicialmente oferecia bombons e insistia para que o garoto frequentasse as aulas de dança. Diante do teor impróprio das mensagens subsequentes, a mãe passou a interagir com o investigado fingindo ser o adolescente para colher provas. Em um dos diálogos, o homem chegou a perguntar se alguém tinha acesso ao celular e enfatizou que o assunto deveria "ficar só entre eles".

De posse das evidências, a família acionou as autoridades. A prisão em flagrante do suspeito ocorreu na cidade de Ribeirão das Neves após uma mobilização policial. No entanto, o alvará de soltura expedido pela Justiça frustrou e amedrontou os familiares.

Segundo a mãe, o filho permanece psicologicamente abalado e ela evita revelar que o monitor responderá ao processo em liberdade. “O psicológico do meu filho não está bom. Imagina se ele sabe que esse cara está solto? Não posso falar para o meu filho, porque ele vai ficar com muito medo. Tem que esperar ele estupr o meu filho para a Justiça fazer algo?”, questionou.

Procurada para comentar as medidas administrativas correlatas, a Secretaria Municipal de Educação informou que está prestando assistência psicológica e acompanhamento tanto à vítima quanto à mãe, além de adotar os procedimentos internos cabíveis em relação ao profissional. A defesa do suspeito alega que os fatos narrados não condizem com a realidade e confia no devido processo legal para os esclarecimentos das autoridades competentes.

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Espingarda calibre 12, uma prensa industrial e mais de 100 barras de maconha foram encontradas no terreno em Ribeirão das Neves

Um homem de 37 anos foi preso por tráfico de drogas nesta quinta-feira (14) em Ribeirão das Neves.
A prisão ocorreu após a Polícia Militar localizar, no terreno onde ele mora, um carregamento com mais de 100 barras de maconha, além de uma espingarda calibre 12 e uma prensa industrial.

De acordo com as informações, o suspeito não possuía antecedentes criminais e se apresentou como trabalhador. Em entrevista à rádio Itatiaia, ele afirmou ter sido surpreendido com o material encontrado no local. Segundo o homem, sua rotina de trabalho durante a madrugada e o descanso durante o dia dificultariam qualquer envolvimento com o material apreendido.

“Eu não tenho acesso. Eu chego por volta de 6 horas, durmo e já levanto para trabalhar novamente. Lá tem muitas casas e uma grande circulação de pessoas. Eu não fico observando, fico mais trancado”, declarou.

No entanto, a versão apresentada pelo suspeito foi contestada pela Polícia Militar. O sargento Soares afirmou não acreditar na alegação, destacando a presença de equipamentos de grande porte logo na entrada da residência.

“A gente não acredita, até porque uma balança de grande dimensão e uma prensa industrial estavam na entrada da casa. É difícil acreditar que ele não teria percebido isso”, disse o militar.

Ainda conforme o sargento, há casos em que pessoas sem antecedentes criminais são aliciadas por organizações criminosas para armazenar drogas e equipamentos, justamente para evitar suspeitas por parte das autoridades.

O caso segue sob investigação. 

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Oito réus foram pronunciados pela morte de um homem e duas crianças em Ribeirão das Neves, na Grande BH; caso ocorreu em maio de 2024

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu nessa quarta-feira (13) o júri popular para os réus do caso conhecido como "chacina de Ribeirão das Neves".

A decisão aconteceu após atuação do Ministério Público (MPMG), por meio da 9ª Promotoria de Justiça de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O órgão manifestou preocupação com a imparcialidade dos jurados por conta da forte repercussão do caso na cidade e com a segurança dos réus. Por conta disso, o Ministério Público pediu para que o júri popular seja realizado em outra comarca.

Entre os motivos citados para a preocupação com a segurança dos réus está o perfil dos grupos envolvidos no conflito que originou o crime. Além disso, a promotora de Justiça Clarissa Gobbo destacou problemas na infraestrutura física do Fórum de Ribeirão das Neves

"Sequer foi possível acomodar todos os advogados no plenário, além de os familiares das vítimas não terem possibilidade de acompanhar o julgamento por pura falta de espaço na plateia, que seria ocupada exclusivamente pelas bancadas das defesas. Isso interfere em um dos pilares do Tribunal do Júri", afirmou.

A 1ª Vara Criminal de Ribeirão das Neves concedeu uma liminar e suspendeu o processo até que seja decidido onde será realizado o júri popular.

Inicialmente, o julgamento seria realizado em 13 de abril deste ano, mas foi adiado após pedido das defesas. A justificativa é que um dos réus estava com tuberculose e não compareceu à sessão.

Relembre o crime
A chacina ocorreu durante a festa de aniversário de 9 anos de Heitor Felipe, no dia 23 de maio de 2024, por volta das 19h, em um sítio no bairro Areias, em Ribeirão das Neves, na Grande BH.

Também foram mortos, Felipe Júnior Moreira Lima (pai da criança), de 26 anos, e Laysa Emanuele Pereira de Oliveira (prima), de 11.

As investigações apontaram que os réus atuavam no tráfico de drogas no Morro Alto, em Vespasiano, onde morava Felipe, o principal alvo dos criminosos. Ele era um ex-parceiro dos criminosos e tinha tido um desentendimento com os traficantes que queriam retomar o controle de pontos de venda de entorpecentes.

Yago Pereira de Souza Reis;
Ivone Silva de Almeida;
Pedro Paulo Ferreira Lima (“Paulinho Satan");
Fabiano Alves Campos;
Marcelo Alves Rodrigues (“Tio Gordo”);
Leandro Roberto da Silva ("Berola");
Flávio Celso da Silva ("Alemão");
Agnes Danrlei Santos Nascimento (“Biscoito").

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Uma ação conjunta entre as polícias Civil (PCMG) e Militar (PMMG) resultou na prisão preventiva de um homem de 32 anos no último sábado (5). O suspeito, localizado no município de Ribeirão das Neves, é investigado por perseguir e ameaçar uma adolescente de 15 anos em uma unidade de acolhimento na capital.

Histórico de abuso e Perseguição
O caso é acompanhado pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), que instaurou inquérito no início de maio após denúncias de ameaças. De acordo com as investigações, o histórico de violência começou anos atrás: o homem teria engravidado a vítima quando ela tinha apenas 13 anos.

Atualmente, a adolescente vive no abrigo com o filho, de um ano de idade. Segundo relatos colhidos pela polícia, o homem frequentava as imediações do local e chegava a intimidar não apenas a jovem, mas também os funcionários da instituição.

Desdobramentos
Após ser detido em solo nevense, o suspeito foi conduzido à delegacia e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para a completa elucidação dos fatos e apuração de outros possíveis crimes envolvidos no histórico do autor.

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