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Polícia

A Polícia Militar (PM) descobriu nessa segunda-feira (14) um escritório onde eram feitos documentos falsos no bairro Rosaneves, em Ribeirão das Neves.

De acordo com a corporação, os militares faziam patrulhamento na região quando perceberam uma movimentação estranha em uma casa. Eles entraram e viram que, em um dos cômodos, o morador produzia documentos de identidade.

Dois homens foram presos. O morador, de 18 anos, confessou à polícia que produzia os documentos por encomenda. Ele pegava a foto da pessoa e usava dados das vítimas, adquiridos por meio de sites. Cada documento, segundo a PM, era vendido por R$ 200. Já o outro suspeito detido estava com dois documentos falsos.

No local, a PM encontrou mais de 20 identidades falsas prontas. Uma delas, inclusive, continha dados de um ex-candidato a vereador na cidade. A corporação ainda não sabe se ele foi vítima ou se encomendou o documento. Foram apreendidos também papel-moeda, impressoras e computadores.

O material foi apreendido e levado para a Delegacia de Polícia.

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A Polícia Civil divulgou, nesta terça-feira (10), os detalhes de uma investigação que resultou na apreensão de cerca de 110 quilos de maconha e na prisão de um suspeito de tráfico de drogas na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a corporação, a droga estava escondida na casa em que o suspeito vivia com a mulher e com os filhos no bairro Soares, em Ribeirão das Neves.

As investigações apontam que o homem guardaria a droga e faria a entrega para outros traficantes a mando de uma organização que atua em Belo Horizonte. O suspeito admitiu que recebia uma quantia mensal para armazenar as barras de maconha e também era pago a cada venda.

Ainda de acordo com a PC, o suspeito, que será indiciado pelo crime de tráfico de drogas, foi preso no momento de uma possível entrega.

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O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) deflagrou, nesta segunda-feira (9), com apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil, a Operação Hexagrama – Fase III, para cumprir 18 mandados de prisão preventiva de policiais militares, 12 mandados de prisão preventiva de policiais civis e outros 3 mandados de prisão preventiva, além de 60 mandados de busca e apreensão.

Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca de Nova Lima e pela 4ª Auditoria da Justiça Militar Estadual, que deferiram o requerimento ministerial. As ordens judiciais autorizaram a entrada em residências e em locais de trabalho dos policiais civis e militares de Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Esmeraldas, Contagem, Nova Lima, Vespasiano, Sabará, Betim e Lagoa Santa.

A operação é a terceira fase da Operação Hexagrama, originalmente deflagrada em 6 de março de 2020, em que foram presas 14 pessoas – entre as quais dois policiais civis e cinco policiais militares – envolvidas na exploração de jogos de azar, em Belo Horizonte, e em outras quatro cidades da região metropolitana.

Com a continuidade das investigações, foram identificados outros 32 novos integrantes do grupo criminoso, entre eles 18 policiais militares e 12 policiais civis, alvos da atual fase da operação.

A organização criminosa está sendo investigada pela prática dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, exploração ilegal de jogos de azar, homicídio, extorsão, ameaça, lesão corporais, dano ao patrimônio, destruição de cadáver, comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito e acessórios, disparo de arma de fogo em via pública e lavagem de dinheiro.

Participaram da operação quatro promotores de Justiça, 54 policiais militares da Corregedoria-Geral da Polícia Militar, oito policiais militares do Batalhão Rotam e 70 policiais civis da Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

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Um homem de 44 anos morreu depois de ser baleado em troca de tiros com policiais militares na noite deste sábado (17), em Ribeirão das Neves.

De acordo com a Polícia Militar (PM), uma viatura fazia o patrulhamento no bairro Cristais, quando foi informada sobre uma briga entre dois supostos traficantes no Nossa Senhora da Piedade. Dois homens fugiram ao avistar os militares, que iniciaram uma perseguição. Durante a abordagem, um dos homens atirou duas vezes contra os policiais, que reagiram.

O homem foi atingido pelos disparos e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Justinópolis, mas não resistiu. O outro suspeito empreendeu em fuga. 

Durante a abordagem, a PM encontrou com o meliante uma sacola com 35 pinos de cocaína, 29 pedras de crack e uma porção de maconha. 

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A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (8), vários suspeitos de participação em um esquema de corrupção para beneficiar presos por meio do pagamento de propina a servidores públicos e advogados. Entre as vantagens que eram oferecidas aos detentos, estão a permissão para mudar de alas ou pavilhões com regime mais brando e o acesso a objetos ilícitos que chegavam às unidades por meio dos envolvidos na fraude.

Ao todo, estão sendo cumpridos pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), sob coordenação pela Polícia Federal, 29 mandados de prisão e 45 de busca e apreensão contra uma organização criminosa que se instalou em unidades prisionais de Minas Gerais. A operação ocorre em Ribeirão das Neves e mais 14 cidades do estado.

Os alvos são investigados pelos crimes de participação em organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva e concussão. As penas podem chegar a 20 anos de reclusão.

Esquema

De acordo com as investigações integradas entre as polícias Civil e Penal de Minas Gerais e o Departamento Penal Federal, presos de alta periculosidade eram transferidos indevidamente de unidades após pagamento, que era dividido entre os líderes da organização criminosa.

Com o pagamento da propina, segundo a investigação, os detentos eram colocados em alas ou pavilhões com benefícios, como trabalho, a que não teriam direito pelas normas da execução penal. Os servidores públicos e advogados atuavam na negociação para a entrada de objetos ilícitos.

A organização criminosa atuava há 1 ano e meio e, segundo o delegado da Polícia Federal, Alexsander Castro, só um servidor lucrou cerca de R$ 2 milhões neste período.

Os investigadores conseguiram identificar crimes praticados pela organização criminosa, principalmente em duas unidades prisionais na Região Metropolitana de Belo Horizonte - o Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, e a Penitenciária José Maria Alkimin, em Ribeirão das Neves.

 

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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), junto com as Polícias Civil, Militar e Penal de Minas Gerais, deflagrou, nessa quinta-feira (1º), a Operação Thunderbolt, para combater tráfico de entorpecentes, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro em Formiga, Tiros, Belo Horizonte e Ribeirão das Neves.

A investigação durou aproximadamente sete meses. Foram expedidos 21 mandados de prisão temporária e dois mandados de internação de menores, e 35 mandados de busca e apreensão. Entre os presos estão alunos que vendiam droga dentro da Faculdade em Formiga. Dois investigados foram presos em flagrante, durante a operação, e a maioria foi presa hoje.

Os mandados foram cumpridos nas cidades mineiras de Formiga, Tiros, Belo Horizonte e Ribeirão das Neves. Em Belo Horizonte e em Tiros, foram cumpridos um mandado de prisão em cada cidade.

Foram empenhados na operação 84 policiais militares, uma equipe da Rotam em BH, uma equipe do Gaeco-Patos de Minas, 51 policiais civis e 16 policiais penais.

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