

Uma casa lotérica foi furtada na madrugada deste domingo (11) no bairro Veneza, em Ribeirão das
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A polícia investiga uma rede de consultórios médicos em Ribeirão das Neves onde estagiários
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O professor Cristiano Ricardo Aleixo, 30 anos, vice-diretor da Escola Estadual Rosaneves, deu entrada nesta quinta-feira (16) em um hospital de Belo Horizonte com trauma grave de face, após ser baleado na cantina da escola. Não houve danos neurológicos. O paciente passa bem e está, neste momento, sendo assistido pela equipe de cirurgia plástica. Em respeito à decisão da família, não será divulgado o nome do hospital onde o professor está internado.
Aleixo estava na cantina da escola, no horário de troca de turno dos alunos, por volta das 11h30, quando os estudantes estavam deixando a unidade. Um homem teria entrado e disparado os três tiros no professor (dois na face e um no ombro). A Escola Estadual Rosaneves não possui registros anteriores de violência e a região onde está localizada não registrava homicídio há 11 meses.
Antes de ser levado para o hospital, o professor chegou a conversar com a PM e disse não reconhecer o autor dos disparos. A Polícia Militar já fez alguns levantamentos iniciais na escola e região. Pessoas da comunidade e da escola não reconheceram o autor e não há indícios de que o crime tenha sido motivado por relacionamentos anteriores da noiva do professor.
Agência Minas
Uma simples ocorrência policial transformou-se em pesadelo para o comerciante Aniversino Jacinto dos Reis, de 74 anos. Absolvido pela Justiça em 1992, ele foi preso esta semana por policiais civis com base num mandado de prisão extinto há 17 anos. Pela lei, cidadãos com mais de 70 anos não podem ser presos em cela comum, mas, mesmo de posse da documentação que comprovava sua inocência, os agentes da 10ª Delegacia Regional de Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte, negaram-se a verificar a papelada e o submeteram a constrangimento por cinco horas. O advogado de Aniversino, Otacílio Ferreira da Costa afirmou que vai processar o Poder Judiciário e a Polícia Civil pelo incidente.
O comerciante conta que perdeu a carteira de identidade e, na segunda-feira, foi à delegacia registrar o boletim de ocorrência. “Cheguei às 12h30 e, meia hora depois, a atendente começou a digitar meus dados no computador. Pouco tempo depois, disse que estava preso. Em seguida, o inspetor mandou que fosse para uma sala e repetiu que estava preso. Liguei para meu advogado e minha mulher e pedi que levassem a sentença do juiz. Mesmo com tudo na mão, o inspetor disse que não queria saber dos documentos e rejeitou todas as informações”, lembra o comerciante.
Aniversino explicou ainda que, por volta das 14h, outro agente entrou na sala e mandou que fosse para a cela. “Disse que lugar de criminoso era atrás das grades e me colocou numa cela fedorenta sem água e sem banheiro. Estava com fome e fiquei lá até as 17h”, conta Aniversino, acrescentando que os policiais disseram que ele seria conduzido até o Departamento de Investigação, em Belo Horizonte, e, depois, levado para Inhapim, no Vale do Rio Doce, onde Aniversino morava há 28 anos, à época do crime.
"Fiquei na cela com uma mulher, também detida. Um quarto detetive precisou verificar informações com ela e percebeu que, até aquele momento, eu permanecia preso. O agente, então, pegou os documentos na minha mão e teve o cuidado de ler. Levou para o inspetor e, assim que perceberam o erro que tinham cometido, me soltaram", afirmou o comerciante. “Isso é um absurdo. Fui absolvido há mais de 15 anos e, mesmo assim, fui vítima dessa falta de respeito. Senti muita vergonha”, acrescenta Aniversino.
Mandado cumprido
O delegado regional de Neves, Hamilton Figueiredo, disse que Aniversino refutou o relato de violência. “Quando ele foi tirar a identidade, havia um mandado em aberto. Porém, não foi dada baixa no sistema. Quando a mulher dele chegou com a sentença, nós o soltamos. Mesmo com a sentença, não precisávamos tê-lo liberado, pois poderíamos exigir o alvará de soltura. Fizemos ofício ao juiz de Inhapim, informando que o mandado foi cumprido e que ele foi colocado em liberdade. Solicitamos ao magistrado para que expedisse mulher detida lá há bastante tempo.”
Ele acrescentou que trabalha com três policiais sérios: “O inspetor já tem tempo para aposentadoria. A um agente faltam três anos para se aposentar. O outro, dois anos. O tempo do pau-de-arara acabou. Acho pouco provável que tudo isso tenha ocorrido.”
O travesti Romiro Nunes Lucas, de 41 anos, conhecido como Míriam, foi assassinado com nove tiros dentro de casa na manhã de ontem, em Ribeirão das Neves. Segundo informações do 40º BPM, o corpo da vítima foi encontrado pelo irmão por volta das 7h no bairro Santa Martinha. Inicialmente, a polícia acreditava que o homem teria morrido com três disparos, mas após a chegada da perícia, foram constatadas outras seis perfurações de bala.
Um irmão da vítima teria informado à PM que ao chegar no local, avistou um agente penitenciário conhecido na região, saindo da casa de Miriam. Testemunhas disseram que a vítima foi vista bebendo em um bar durante a noite. Ainda conforme a PM, o homem era usuário de drogas e tinha diversas passagens pela polícia, entre elas por homicídio e lesão corporal. A Delegacia de Ribeirão das Neves vai analisar as denúncias feitas pelo irmão da vítima.
A polícia tenta recapturar um preso que fugiu na madrugada desta quinta-feira do Hospital São Judas Tadeu, onde estava internado para tratar de uma perfuração feita por uma arma branca durante uma briga com outro preso, durante o banho de sol no pátio do presídio Dutra Ladeira.
De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SEDS), o detento, que estava algemado, teria pedido para ir ao banheiro, pulou a janela do terceiro andar e fugiu do hospital, abandonando equipamentos utilizados no tratamento no meio da rua.
Segundo a SEDS, foi aberto inquérito administrativo e o caso será investigado. Os dois agentes foram afastados enquanto o caso é apurado. A assessoria da Prefeitura Municipal informou que a responsabilidade sobre o preso era dos agentes que o acompanhavam.
Assaltantes renderam na noite desta segunda-feira (26) um segurança de uma Escola de Vigilantes às margens da LMG-806 no Distrito Industrial da cidade e roubaram revólveres, pistolas e espingardas.
Segundo a PM, o acusado teria confessado o crime e revelado que a entrada dos bandidos na escola foi facilitada por um dos próprios funcionários da escola. Eles permaneceram escondidos no local até a troca de turno, por volta de 18h30, quando tomaram o segurança noturno como refém e praticaram o roubo.
A polícia localizou um suspeito através de informações passadas pelo vigilante rendido. Segundo a PM, o sujeito já era conhecido por outras passagens pela polícia e acabou confessando o crime. O material roubado foi levado para uma casa na região Oeste de Belo Horizonte. Durante a busca, todo o armamento roubado foi recuperado.
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