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Cidade

Em uma cerimônia marcada pela emoção e pela garantia de direitos, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Ribeirão das Neves promoveu, no último dia 8 de abril, mais um mutirão de conversão de união estável em casamento. O evento, realizado no auditório da Cidade dos Meninos São Vicente de Paulo, contou com o apoio da 3ª Vice-Presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).


Ao todo, 43 casais residentes no município participaram da ação. Para a oficialização, os noivos precisavam ser maiores de 18 anos e comprovar a convivência mútua.
O mutirão foi conduzido pelo juiz coordenador do Cejusc, Eduardo Monção Nascimento, que ofereceu orientação jurídica sobre os regimes de bens. Segundo o magistrado, a iniciativa vai além do rito civil:


“O cidadão busca a regularização jurídica, mas também a oportunidade de externar publicamente seu afeto. É a realização de um sonho de difícil acesso transformado em realidade”, afirmou o juiz.

Entre os participantes, histórias de diferentes gerações se cruzaram. Lúcia Francisca da Costa e Geraldo Inácio de Freitas, juntos há 50 anos e pais de sete filhos, celebraram a facilidade do processo. "Está sendo sensacional, ajuda demais as pessoas. Só tenho a agradecer", declarou Lúcia.
Já para o casal Bárbara Marques Sales e Deivison Lopes, a agilidade foi o ponto alto: "As questões burocráticas foram muito tranquilas, amamos tudo", comentaram. A economia também foi destacada por Mayara Mariana e Anderson Santos: "Facilita demais a vida, tivemos muita economia".
O superintendente da Cidade dos Meninos, Edson Nunes, celebrou a parceria com o Judiciário, ressaltando que o evento cumpre a missão social da entidade na comarca.

A ação contou com o esforço conjunto de diversos órgãos, incluindo:
Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG);
Cartórios de Registro Civil de Ribeirão das Neves;
OAB-MG (Subseção Ribeirão das Neves).

Com a regularização, os casais passam a usufruir plenamente de direitos civis, como herança, inclusão em planos de saúde e previdência, além de fortalecerem os vínculos formais da estrutura familiar.
Fonte: tjmg.br

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves oficializou, nesta segunda-feira (6/4), uma das etapas mais robustas do programa Asfalto Novo. Em cerimônia realizada na sede da Regional Justinópolis, foi assinada a ordem de serviço para o recapeamento de mais de 100 vias públicas, abrangendo cerca de 30 bairros da região.

O pacote de obras previa a recuperação de aproximadamente 32 quilômetros de malha viária. O investimento fez parte de um montante superior a R$ 50 milhões aplicados pela administração municipal em mobilidade urbana desde o ano passado, incluindo pavimentação, drenagem e requalificação estrutural.

Diferente da pavimentação inicial, o recapeamento foi uma intervenção técnica focada na restauração de vias que já possuíam asfalto, mas apresentavam desgaste devido ao tráfego intenso e à ação do tempo. Em Justinópolis — região de alta densidade demográfica e ponto estratégico de conexão metropolitana —, a melhoria visou otimizar o fluxo de veículos e garantir maior segurança para motoristas e pedestres.

De acordo com a Secretaria de Obras, as intervenções foram programadas para começar logo após a formalização do documento. A meta era corrigir irregularidades no pavimento que comprometiam o sistema de suspensão dos veículos e aumentavam o risco de acidentes.

Para o prefeito Túlio Raposo, a escolha de Justinópolis para esta etapa do programa refletiu a relevância econômica e social do distrito.

"Justinópolis movimenta a cidade diariamente e merece investimentos à altura de sua importância. O recapeamento dessas 100 ruas representa dignidade e segurança para quem circula por aqui. É uma ação planejada para manter Ribeirão das Neves no caminho do desenvolvimento", destacou o chefe do Executivo na ocasião.

Histórico do Programa


Lançado em 2017, o programa Asfalto Novo teve como diretriz a modernização da infraestrutura urbana de Ribeirão das Neves. Nesta fase, o diferencial foi a escala da obra: ao atingir 30 bairros de uma só vez, a prefeitura tentou reduzir o passivo de manutenção acumulado em vias coletoras e residenciais da região.

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No sábado (28) marcou uma etapa decisiva para centenas de moradores do bairro Soares, no distrito de Justinópolis. Em audiência pública realizada na Escola Municipal Julieta Tarciana Vieira Rocha, a Prefeitura de Ribeirão das Neves deu o pontapé inicial no processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), que beneficiará diretamente 420 famílias com o título de propriedade de seus imóveis.

O encontro serviu para alinhar expectativas e detalhar as próximas fases do programa Regulariza Neves, que visa transformar a realidade de quem, há décadas, possui a posse, mas não a segurança jurídica da escritura.

Cronograma e Próximos Passos


A partir desta audiência, equipes técnicas iniciam o trabalho de campo. O processo de regularização não se resume à entrega do papel; ele envolve uma série de etapas rigorosas:Visitas Domiciliares: Cadastro social das famílias.

Levantamento Topográfico: Medição precisa dos lotes e vias

Análise Jurídica: Organização da documentação para registro em cartório.

O secretário de Planejamento e Urbanismo, Marcílio Rodrigues de Sousa, destacou que a Reurb é uma ferramenta de desenvolvimento: "Garantimos dignidade e qualidade de vida, permitindo que o bairro receba investimentos estruturais de forma organizada".

Impacto Social em Neves


A regularização fundiária é um dos principais gargalos de cidades em crescimento acelerado. Em Ribeirão das Neves, o programa municipal já ultrapassou a marca de 4 mil títulos entregues.

Para o prefeito Túlio Raposo, o momento é de reparação histórica. “Ver a emoção das pessoas ao saberem que o imóvel é, de fato, delas, traz uma segurança que reflete em toda a família”, afirmou durante o evento. O sentimento é compartilhado por pioneiros como o aposentado José Carlos Cardoso da Silva, de 64 anos, morador do Soares há três décadas: “É a garantia de que as famílias agora podem dizer que são donas de suas propriedades”.

Apoio Estadual: O Programa Minas Reurb
A iniciativa no bairro Soares ganha força com a parceria do Minas Reurb, programa do Governo do Estado que desburocratiza e acelera o processo de escrituração em áreas urbanas. Além da valorização imediata do imóvel — que pode chegar a 30% após a regularização —, a medida facilita o acesso a crédito bancário e financiamentos para reformas.

Léo Martins, presidente do Instituto O Grito, que atua na região, classificou a conquista como um "divisor de águas" para Justinópolis, reforçando que a escritura é a base para o pleno direito à moradia.

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A classe empresarial e a comunidade de Ribeirão das Neves lamentam a perda de uma de suas figuras mais proeminentes. Faleceu, em decorrência de um câncer, a empresária Karla Diniz, cuja trajetória foi intrinsecamente ligada ao crescimento econômico e social do município.
Reconhecida pelo espírito empreendedor e pela postura visionária, Karla não apenas consolidou negócios, mas tornou-se um pilar de inspiração para o setor produtivo da região. Sua atuação foi pautada pelo compromisso com o desenvolvimento da cidade, gerando impactos positivos que ultrapassaram o campo empresarial e alcançaram diversas esferas da vida nevense.
A notícia de seu falecimento gerou uma onda de consternação entre amigos, familiares e lideranças locais. Karla Diniz deixa um legado de resiliência e dedicação, sendo lembrada como uma mulher que ajudou a escrever capítulos importantes da história contemporânea de Ribeirão das Neves.

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Os moradores do bairro Pedra Branca, em Ribeirão das Neves, estão enfrentando sérias dificuldades devido à interdição de uma ponte que serve como principal via de acesso à comunidade. A estrutura foi bloqueada pela prefeitura devido ao risco iminente de desabamento, após apresentar falhas estruturais agravadas pelo tráfego constante de veículos pesados.
A ponte em questão tem uma história de 26 anos e foi construída com recursos e mão de obra dos próprios moradores. De acordo com relatos da vizinhança, o poder público nunca realizou intervenções significativas para a manutenção ou melhoria da via.

Um dos residentes destacou o esforço coletivo:

"Nós pagamos o meio-fio e as pedras... fomos nós que pagamos e fizemos esse calçamento aqui. Mas a prefeitura nunca veio aqui mexer na ponte, nem em nada."

A interdição, que já dura quatro meses, tornou-se um ponto de conflito entre a prefeitura e a comunidade. Inicialmente, a administração municipal despejou uma carga de terra para bloquear a passagem. No entanto, os moradores, sem alternativas viáveis de locomoção, removeram o material por conta própria para restabelecer o fluxo.
Em resposta, a prefeitura retornou quatro dias depois e despejou uma quantidade ainda maior de terra, dificultando novas tentativas de remoção manual e mantendo o isolamento do trecho.
A situação da ponte é precária. É possível observar a olho nu:

Trincas profundas na base;
Afundamento do piso;
Desmoronamento parcial de uma das laterais.

A interdição visa garantir a segurança dos transeuntes, mas a falta de um plano de reforma imediato deixa os moradores do bairro Pedra Branca em uma situação de vulnerabilidade e isolamento.

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O caso ocorreu no bairro Cerejeira, em Ribeirão das Neves. A vítima, que já havia alertado sobre o risco da estrutura, conseguiu empurrar o filho para salvá-lo antes de ser atingida.
Uma moradora de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, viveu momentos de pânico ao ser atingida pelo desabamento do muro de um lote vizinho a uma escola estadual. O acidente, registrado por câmeras de segurança, ocorreu no bairro Cerejeira, no distrito de Justinópolis, no momento em que a mulher buscava o filho na instituição de ensino.

As imagens mostram o instante em que as placas de concreto cedem e caem diretamente sobre a vítima. Em um gesto de reflexo, a mãe conseguiu empurrar o filho para a rua antes de ser atingida, evitando que a criança também ficasse ferida. "Quando senti o muro, empurrei meu filho para a rua", relatou ela à equipe do MG Record.
A situação de precariedade da estrutura não era novidade para os moradores da região. A própria vítima afirmou que já havia alertado outras mães de alunos sobre o perigo iminente que o muro representava. Segundo a denúncia, a estrutura apresentava sinais visíveis de instabilidade há algum tempo, colocando em risco a segurança de quem transita diariamente pelo local para acessar a escola.
Após o incidente e a repercussão das imagens, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou que enviará uma equipe técnica ao local para avaliar as condições do terreno e do que restou da estrutura. O objetivo é adotar as medidas necessárias para garantir a segurança dos pedestres e evitar novos desabamentos.

Até o momento, não foram detalhadas informações sobre o estado de saúde atual da moradora ou se o proprietário do lote particular foi notificado para realizar reparos definitivos na área.

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