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TOMOGRAFIA

  • Equipamento de tomografia é abandonado em via pública em Ribeirão das Neves; Prefeitura nega vínculo e cobra empresa


    Um impasse financeiro envolvendo o espaço de um antigo sacolão, situado ao lado do Hospital São Judas Tadeu, resultou no abandono de um equipamento de tomografia em plena via pública.

    Segundo relatos obtidos no local, o imóvel vinha sendo utilizado como depósito de materiais como motopeças, cadeiras e maquinários. Diante do não pagamento do aluguel, o proprietário do imóvel destinou grande parte do material a um ferro-velho. No entanto, o tomógrafo foi deixado do lado de fora do galpão, exposto ao tempo e sem qualquer proteção há mais de uma semana, gerando apreensão na população que transita pela região quanto à segurança e aos riscos do aparelho exposto.

    Prefeitura nega vínculo e cobra providências
    Procurada para prestar esclarecimentos, a Prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informou oficialmente que o equipamento de tomografia não possui qualquer vinculação com o Hospital Municipal São Judas Tadeu e nem com o município.

    A administração municipal comunicou ainda que já está tomando as medidas cabíveis e que irá acionar a empresa responsável pelo aparelho para que adote imediatamente as providências necessárias para o recolhimento e a destinação adequada do equipamento.

    Empresa privada esclarece presença de equipamento desativado em via pública

    Uma empresa privada entrou em contato com a gente, preservando o nome da empresa e divulgou uma nota pública para esclarecer a permanência de um equipamento desativado em via pública local. O comunicado foi emitido para afastar especulações da população e esclarecer a origem e a situação do material.
    Segundo a empresa responsável pelo descarte, o equipamento é de propriedade estritamente privada e não possui nenhum vínculo patrimonial, contratual ou operacional com a Prefeitura Municipal ou com o Hospital da cidade. A instituição também garantiu que a peça não apresenta qualquer risco à segurança ou à saúde da população.
    A nota informa ainda que o item está desativado há vários meses por ter atingido o fim de sua vida útil e que seu destino final é o descarte como sucata, descartando qualquer chance de retorno ao funcionamento.
    Sobre a permanência do objeto na rua, a empresa negou a hipótese de abandono. De acordo com a nota, o atraso foi provocado por um desalinhamento operacional com a prestadora de serviços contratada para fazer o recolhimento e o transporte do material.
    A empresa pediu desculpas pelos transtornos e eventuais preocupações causadas aos moradores e informou que já está tomando as providências cabíveis junto à responsável pela coleta para que a remoção do equipamento seja concluída o mais rápido possível.

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